APCA

Logótipo da Agência de Promoção da Cultura Atlântica

Fundada em 2004 na Ilha da Madeira, a Agência de Promoção da Cultura Atlântica procura contribuir para o desenvolvimento cultural no espaço atlântico, insular e continental, em parcerias com o sector público ou com outras entidades privadas, abarcando de modo abrangente o património material e imaterial, bem como a criação contemporânea.

Como exemplos do que atrás foi referido, a APCA é proprietária e organizadora do festival MADEIRADIG, considerado um dos principais festivais do mundo no género da música experimental, e foi entre 2011 e 2012 a entidade organizadora do festival de música tradicional Raízes do Atlântico, com palco no belo Jardim Municipal da cidade do Funchal.

No campo da ciência e do conhecimento, a APCA focou-se desde a sua fundação na maior capacitação da sociedade madeirense, residente ou na diáspora, em termos de competências históricas, patrimoniais, mas também tecnológicas. Neste último campo, destacamos projetos como o ZOOM, realizado entre 2004 e 2006 com o propósito de promover um maior conhecimento dos média, e o PI ESPECIAL, concretizado em 2010 com a intenção de introduzir as Tecnologias de Informação e Comunicação no ensino dedicado aos alunos com necessidade especiais.

No domínio do património, a APCA co-criou e desenvolveu o projeto ARQUEOMAC, destinado a promover as Ilhas da Macaronésia como destino de turismo cultural e científico, utilizando o património arqueológico como conteúdo de base, e concebeu o PATRISIG (www.patrisig.net), que consiste na disponibilização na Internet (Personal Computer e Smartphones) de roteiros turístico-culturais em algumas freguesias rurais do arquipélago da Madeira.

No campo da História, a primeira abordagem da APCA remonta ao ano de 2007, com a conceção e concretização do projeto CHRONOS, com o objetivo de disseminar o estudo da Cultura e História das ilhas atlânticas. Em 2012 dá-se início ao Aprender Madeira, a maior investigação sobre a História da Madeira e da sua diáspora, para que a nossa identidade perdure no tempo e no mundo.