bernes, família

O pintor Luís António Bernes era neto do comerciante José Maria Bernes e filho de António José Bernes, professor e compositor de música para piano, que casou em 1851 e faleceu em 1880. Era natural da freguesia de Santa Maria Maior (n. 1865), contraiu matrimónio por duas vezes, primeiro com Silvina Augusta Bernes e por óbito desta com Maria Adelaide Gomes. Faleceu em 1936, referindo-se neste ano que, na Madeira, na gravura “ninguém o igualou no nosso meio – depois do grande Vicente Gomes da Silva –, como na pintura a óleo” (“Luiz António Bernes”, DM, 23 out. 1936, 1) e comparando-o com Henrique Franco e Alfredo Miguéis: “segundo os entendidos, [as pinturas] apresentam uma ou outra vacilação e por vezes revelam falta de escola […] o que se explica […] tendo vivido sempre afastado dos grandes mestres” (“Artistas Madeirenses”, 25 out. 1936, 1).

Luís Bernes, além dos trabalhos in loco em tetos, laborava no ateliê de gravura Vicentes, na R. da Carreira, onde deverá ter aprendido o ofício, sendo também apontados diversos locais em ruas do Funchal onde instalou a sua oficina, um deles a sua casa.

Em 1892 matricula-se na Escola Industrial do Funchal, no curso noturno de Desenho Ornamental, que concluiu em 1897. Apresenta-se como gravador, serviço que publicitava com o de pintura decorativa (1905), executando trabalhos jornalísticos publicitários, e.g., um para o Bazar do Povo, no ano de 1913. No Diário da Madeira e na Revista Madeirense existem, respetivamente, um e cinco retratos em gravura assinados – “Bispo do Funchal, D. António Manuel Pereira” (DM, 7 mar. 1915, 1) “Major José Maria de Gouveia” (Revista Madeirense, 3 fev. 1901, 81), “Padre João Maurício Henriques” (Revista Madeirense, 29 dez. 1901, 42), “Conde de Canavial” (Revista Madeirense, 23 fev. 1902, 97), “Almeida Garret” (Revista Madeirense, 08 jun. 1902, 217), “Conselheiro Carlos Maria de Vasconcelos Sobral” (Revista Madeirense, 06 jul. 1902, 248) –, entre outros que lhe são atribuídos pela semelhança de traço, destacando-se ainda algumas paisagens ao gosto romântico: “Ponte Monumental no Funchal” (Revista Madeirense, 20 abr. 1902, 166), “Capela de São Vicente” (Revista Madeirense, 04 maio 1902, 188), “Ponte Nova no Funchal” (Revista Madeirense, 29 jun. 1902, 244).

De sua autoria são conhecidas diversas pinturas em tela a óleo e tetos, ornamentos e douramentos para diversos templos na Madeira. As pinturas dos tetos das igrejas de São Pedro e de São Martinho, ambas no Funchal, alusivas a São Pedro, são os dois primeiros trabalhos conhecidos, datam de 1900 e estão assinados. Na igreja de São Sebastião, em Câmara de Lobos, Luís Bernes tem uma pintura assinada no teto do subcoro. Na capela de N.ª S.ª da Conceição, em Câmara de Lobos, pintou, em 1908, o teto e restaurou/repintou alguns quadros do pintor Nicolau Ferreira, de finais do séc. XVIII, assinando o painel Fuga para o Egito. Nas obras realizadas em igrejas, nas décadas de 10 a 30 do séc. XX, é comum a realização de obras de pintura em tetos, em simultâneo com a pintura de novas telas figurativas (cópias) ou restauro/repinte de antigas, das que se encontravam em mau estado, assinando por vezes as pinturas intervencionadas; por vezes em simultâneo construíam-se novos retábulos em talha.

Para a igreja de N.ª S.ª da Graça, no Estreito de Câmara de Lobos, Luís Bernes (re?)pinta, em 1910, o teto da capela-mor; em 1909/1910 repinta e pinta telas para a capela-mor: a Anunciação, a Visitação, a Ceia em Casa de Emaús, um jarrão com flores, a Eucaristia e, em 1913, pinta um retábulo para o altar-mor. Ficou encarregue, neste ano, da pintura dos tetos das salas do palácio de São Lourenço, e para a igreja da Serra de Água realizou dois quadros, referindo-se na comunicação social que ia em breve dar início aos trabalhos de pintura ornamental. Por esta altura afirmava-se que como pintor não há “ninguém aí que o não conheça ou ao menos que não tenha ouvido falar do seu nome” (“Artistas Madeirenses…”, DM, 14 fev. 1914, 1). Em 1915, nas obras realizadas na igreja do Jardim do Mar, em parceria com o pintor João Firmino Fernandes, executou a pintura dos altares e marmoreados no coro, de ornamentação e figurativa nos tetos, assinando João Firmino o painel central. Para esta igreja pinta, em 1923, três quadros, um da Ceia de Cristo para o altar do Santíssimo e dois para as paredes laterais. Em 1918, na igreja da Ponta do Sol, realizou a pintura do teto onde representou e assinou diversas cenas de Nossa Senhora da Luz (figs. 1 e 2). No ano seguinte, aquando das intervenções na igreja do Curral das Freiras, pinta para o altar-mor um painel do Anjo da Guarda, podendo ser-lhe atribuído o outro painel da mesma temática. Em 1920, pintou um quadro alegórico para a capela batismal da igreja paroquial de São Vicente, aquando dos marmoreados executados em estilo gótico pelo pintor José Zeferino Nunes, e trabalhou no teto da igreja de São Brás, no Arco da Calheta, onde são visíveis vários estilos pictóricos nos painéis, assinando Luís Bernes os de Nossa Senhora da Boa Hora, São Brás e Nossa Senhora da Conceição. Entre 1920 e abril de 1922 realizaram-se diversas obras de melhoramento na igreja da Camacha, entre as quais a pintura do coro e do teto, onde constam nove painéis. Os trabalhos de pintura foram dirigidos por Luís Bernes, que assinou, coadjuvado por João Firmino Fernandes e contando no final com a participação na pintura decorativa da oficina de pintura Cirilo (José Zeferino Nunes) & Velosa. Em 1921 a equipa de Luís Bernes, João Firmino e José Joaquim Mendonça pintaram o teto do salão grande do edifício onde funcionou o Seminário e depois a Escola Preparatória de Bartolomeu Perestrelo. 

Nestes anos são executadas muitas obras. Por exemplo, entre 1922 e 1924, na igreja da Fajã da Ovelha, são realizados sob sua direção e com participação do pintor José Zeferino Nunes os trabalhos de pintura decorativa, entre outros melhoramentos. Esta parceria realizou, em 1923, a pintura do teto de uma capela no sítio das Amoreiras, no Arco da Calheta; em 1922, a pintura e decoração da igreja de Santo António da Serra; e em 1921/1924, o mesmo tipo de trabalho para a igreja de Santo António no Funchal. Nesta última, procedeu-se ao restauro e douramento da talha das paredes laterais e do retábulo da capela-mor, à execução das pinturas ornamentais nas bocas dos arcos das capelas, à pintura e decoração do coro da igreja, dos tetos da capela-mor e da nave; alguns quadros da via-sacra foram restaurados, outros substituídos por novos e as pinturas das paredes laterais da capela-mor foram igualmente substituídas por novas, estas realizadas por Luís Bernes. Finalizada esta obra, Luís Bernes difundiu o orago da igreja através de uma série de duas estampas realizadas em xilogravura. Refira-se que José Zeferino Nunes, filho do pintor Cyrilo Nunes (m. 1917), que executou diversos trabalhos de pintura durante longos anos na Madeira, também era diplomado com o curso da Escola Industrial do Funchal.

Aquando do bombardeamento por um submarino alemão durante a I Grande Guerra, foi destruída parte do teto da igreja do convento de Santa Clara. Em 1923 afirmava-se na imprensa escrita que Luís Bernes ia dar começo à pintura de um retábulo a imitar a Imaculada Conceição de Murilo, destinado ao altar-mor da igreja; no entanto, o quadro lá existente é de 1930 e da autoria do pintor madeirense Alfredo Miguéis. Luís Bernes tinha uma predileção por pintar Nossa Senhora, principalmente da Conceição, inspirada/copiada em Murilo. Em 1919, referia-se a propósito da pintura de uma cópia que “primorosamente executou, conservando, quase absolutamente, a modelação, transparências e toda a beleza de colorido do quadro original [a par de outras telas] todas reveladoras dum corretíssimo desenho e dum grande escrúpulo de factura que todas fazem honra às faculdades plásticas desse modesto mas habilíssimo pintor” (“Pintura Artística”, DM, 11 out. 1919, 1). Nos tetos, a representação de Nossa Senhora da Conceição está presente na capela homónima em Câmara de Lobos; na capela-mor da igreja de Nossa Senhora da Graça, no Estreito de Câmara de Lobos; na igreja da Camacha – aqui representadas nas bordas cenas alusivas ao Antigo e Novo Testamento; e o Imaculado Coração de Maria na igreja de Santo António (Funchal). Outras vezes pintava ao centro o orago da igreja, como fez com S.to António na capela-mor da igreja de Santo António, com Nossa Senhora do Rosário (Jardim do Mar), com S. Pedro (Funchal) e com Nossa Senhora da Luz (Ponta do Sol).

Luís Bernes estruturava os tetos de forma simétrica em filas ao longo da nave, onde dispunha vários painéis em forma de medalhões retangulares ou ovais com recortes e preenchidos com pinturas alusivas ao orago do templo. Os espaços entre os painéis de cenas religiosas eram intercalados por gradeamentos deixando transparecer fundos azulados e criando uma ilusão de profundidade. No intercalamento dos painéis representava ainda cartelas adornadas com motivos sobretudo em forma de “C”, inspirados e conjugados com elementos vegetais e florais, concheados e grotescos, numa boa combinação de contraste de cores intensas como os cinzas, ocres, os azuis e os laranjas.

Além destes trabalhos de tetos e quadros, Luís Bernes realizou outras pinturas a óleo, que expôs na Livraria Popular, nas montras do Golden Gate e da Casa Santa Teresinha, na R. da Carreira: uma “cópia dum quadro holandês do seculo XVI” que representa “um grupo de quatro indivíduos em volta duma pipa que se esboroa de velha, todos eles com aspectos de quem passa o tempo no gasto de fumo e álcool e ao fundo, bem nítido, destaca-se um outro grupo em preparativos d’uma refeição” (1914) (“Artistas Madeirenses…”, DM, 14 fev. 1914, 1); uma cópia do quadro de João Gonçalves Zarco, existente no Palácio de São Lourenço, que foi rifado para angariar dinheiro a favor dos pobres da freguesia do Monte; um quadro representando a chegada da “caravela” de Gonçalves Zarco à Madeira (rifado no valor de 300$00 por ocasião do V centenário da descoberta da Madeira); uma Virgem das Graças “destacada d’um fundo de nuvens de tempestade, a surgir sobre a cidade do Funchal” […] deixando ver através dum rasgo de nuvens o molhe da Pontinha.” (1917) (“Quadro a Óleo”, DM, 11 jan. 1917, 2); dois quadros, um representando a Ponta dos Corvos, no Seixal, e o outro a caravela supracitada (1925) e um quadro que “representa um veleiro americano, tendo nas proximidades uma baleeira tripulada por três rudes marinheiros, tendo um deles, nos braços, a venerada imagem do Senhor dos Milagres, de Machico, por eles encontrada no alto mar, após o aluvião que assolou a Madeira” em 1803 (1928) e que se encontra na capela dos Milagres em Machico (“Quadro Artístico”, DN Madeira, 21 nov. 1928, 1). Realizou ainda a pintura do estandarte da Câmara Municipal do Funchal (1914) e uma aguarela que serviu de reclame da Escola de Utilidades e Belas Artes da Madeira (1916).

Dos sete filhos de Luís António Bernes, quatro continuaram o ofício, nomeadamente Alfredo Pedro, Luís António, Alberto e Leontina.

Quanto ao pintor Alberto Bernes (n. 1905), desconhecemos referências aos seus trabalhos. De Luís Bernes Júnior (n. 1909) sabemos que era gravador da casa Leacock e morava no caminho do Palheiro. Leontina Bernes (n. 1892, m. antes de 1936) desenvolvia o ofício no Hospício da Imperatriz D. Amélia (1915) e com seu pai no ateliê da Photografia Vicentes (1916), realizando variados trabalhos: pintura decorativa em vidro e bandejas; flores em cetim e seda; tabuletas de luxo; envernizamento de mapas; dourados e prateados em igrejas; gravuras em chapas de latão, ouro ou prata; conserto e encarne de imagens, tendo sido responsável em 1927 pelo encarne da imagem do orago da capela de São João Batista da Ribeira. Segundo a imprensa, em 1923 Leontina Bernes já tinha o seu nome ligado a importantes trabalhos de decoração.

Alfredo Bernes (n. 1911) foi o que mais se destacou. Morava na R. das Maravilhas, n.º 12, e em 1924 publicitava os seus trabalhos na área da pintura em casas e estabelecimentos. Como gravador, estudou na Escola Industrial do Funchal no biénio letivo de 1929/1931 o curso de Aperfeiçoamento, frequentando a disciplina de Desenho Geral (1.º e 2.º anos), que concluiu com 15 valores.

Comparada com as obras de seu pai, a sua produção pictórica revela uma paleta menos rica e mais ingénua. Foi autor de tetos e quadros, pintando em diversas igrejas, caso dos tetos na igreja paroquial da Madalena do Mar, onde assinou os dois painéis centrais que representam cenas de Maria Madalena, o Lava-Pés e Noli Me Tangere; na igreja paroquial de Ponta Delgada, em parceria com os pintores António Gouveia e João Silvino, foi responsável pela pintura dos tetos das capelas principal e duas laterais, e por quadros para as mesmas, tendo assinado alguns (1932); foi autor dos tetos e quadros para a igreja da freguesia de Boaventura (1933); o teto da capela-mor representando Deus Pai, Cristo Ressuscitado e Custódia com a Hóstia (1952) e o teto da nave da igreja paroquial do Curral das Freiras, onde assina o painel central de Nossa Senhora do Livramento envolta de nuvens sobre uma representação do Curral das Freiras (1952) (fig. 3); realizou a decoração da igreja nova de São Martinho, no Funchal, em parceria com João Silvino João e Henrique Afonso Costa, assinando os três pintores o painel central em 1957. Além da pintura sacra também efetuava retratos: em 1939, por exemplo, pintou um quadro a óleo do presidente da república Óscar Carmona.

Bibliog.: manuscrita: Arquivo da Escola Secundária Francisco Franco, liv. de matrículas n.º 11, p. 555; liv. de matrículas n.º 12, p. 219; ARM, Registos Notariais, Notários Lacerda, liv. 3260, fl. 44-47v., liv. 884, fl. 60-62v.; Registos Paroquiais, Santa Luzia, casamentos, liv. 165, fl. 53v.-54, 1851; Santa Maria Maior, batismos, liv. 2083, fl. 24v.-25, 1865; São Pedro, casamentos, liv. 6826A, fl. 87, 1908; impressa: “Alberto Bernes Pintor”, DNM, 20 jan. 1924, p. 4; “No Arco da Calheta – Nova Capela”, Correio da Madeira, 10 jun. 1923, p. 1; “Artistas Madeirenses”, DM, 25 out. 1936, p. 1; “Artistas Madeirenses”, DNM, 28 maio 1939, p. 2; “Artistas Madeirenses – Dois Valiosos Trabalhos: Um de Esculptura e Outro de Pintura”, DM, 14 fev. 1914, p. 1; “Artistas Madeirenses – Gonsalves Zarco em Tela”, DM, 18 ago. 1916, p. 1; “Bispo do Funchal – Uma Data Festiva”, DM, 7 mar. 1915, p. 1; “Na Boaventura – Capela do S. C. de Maria”, DM, 26 maio 1927, p. 3; CLODE, Luiz Peter, Registo Bio-Bibliográfico de Madeirenses: Sécs. XIX-XX, Funchal, Ed. da Caixa Económica do Funchal, 1983; “O Diário da Madeira na Camacha”, DM, 17 abr. 1920, p. 2; “Doença Repentina”, DNM, 15 ago. 1936, p. 3;  “Egreja da Camacha – Trabalhos de Pintura”, Correio da Madeira, 26 ago. 1920, p. 2; “Egreja do Jardim do Mar”, DM, 10 dez. 1915, p. 1; “Egreja da Quinta Grande – Pintura no Altar Mór e Tecto”, DM, 7 jul. 1914, p. 1; “Escola de Utilidades e Bellas Artes”, DM, 3 ago. 1916, p. 1; “Funerais”, DM, 24 out. 1936, p. 2; “Igreja da Camacha”, DNM, 23 fev. 1922, p. 1; “Igreja da Camacha”, DNM, 20 abr. 1922, p. 1; “Igreja do Caniço”, DM, 3 jun. 1927, p. 2; “Igreja da Fajã da Ovelha”, DNM, 25 fev. 1922, p. 1; “Igreja da Fajã da Ovelha”, DNM, 9 jan. 1924, p. 3; “Igreja de Gaula”, DM, 24 out. 1933, p. 1; “Igreja de Santa Clara”, O Jornal, 1 maio 1930; “Igreja de Santo António”, Correio da Madeira, 16 dez. 1922, p. 1; “Igreja de Santo António”, DNM, 15 jan. 1924, p. 1; “Igreja do Santo da Serra”, DNM, 19 abr. 1922, p. 4; “Igrejas da Diocese”, DM, 13 jan. 1920, p. 1; “Leontina Bernes”, Correio da Madeira, 28 jan. 1923, p. 3; “Luiz António Bernes”, DM, 23 out. 1936, p. 1; “Luiz Antonio Bernes”, DNM, 23 out. 1936, p. 4; “Melhoramentos numa Igreja”, DNM, 31 jan. 1922, p. 1; “Os Mortos – Cyrillo Nunes”, DM, 18 mar. 1917, p. 2; “Na Oficina d’Um Artista – Uma Obra Digna de Apreciação”, DM, 23 ago. 1915, p. 1; “Palácio de S. Lourenço”, DNM, 31 jul. 1913, p. 1; “Pintura”, DM, 12 out. 1916, p. 2; “Pintura Artística”, DM, 11 out. 1919, p. 1; “Pintura de Imagens”, DM, 5 dez. 1915, p. 2; “Quadro Artístico”, DNM, 21 nov. 1928, p. 1; “Quadro a Óleo”, Correio da Madeira, 18 jan. 1923, p. 1; “Quadro a Óleo – Exposição”, DM, 11 jan. 1917, p. 2; “Quadro a Óleo de Luiz Bernes”, DM, 18 jul. 1916, p. 2; “O Quadro a Óleo de Luiz Bernes”, DM, 30 set. 1916, p. 1; “Quadros a Óleo”, DNM, 8 mar. 1925, p. 1; “Retábulo”, DNM, 1 ago. 1913, p. 1; Revista Madeirense, 3 fev. 1901, p. 81; Revista Madeirense, 29 dez. 1901, p. 42; Revista Madeirense, 23 fev. 1902, p. 97; Revista Madeirense, 20 abr. 1902, p. 166; Revista Madeirense, 04 maio 1902, p. 188; Revista Madeirense, 08 jun. 1902, p. 217; Revista Madeirense, 29 jun. 1902, p. 244; Revista Madeirense, 06 jul. 1902, p. 248; SAINZ-TRUEVA, José de, “Presença de Nicolau Ferreira Um Pintor Madeirense do Séc. XVIII na Vila de Câmara de Lobos”, Girão, n.º 5, 2.º sem. 1990, pp. 201-203; Id., “Tectos Madeirenses Armoriados. Achegas para Um Brasonário Insular”, Islenha, n.º 1, jul.-dez. 1988, pp. 105-124; SILVA, Fernando Augusto da, A Freguesia de Santo António – Alguns Subsídios para a sua História, Funchal, Ed. do Autor, 1929; Id. e MENESES, Carlos Azevedo, Elucidário Madeirense, 4.ª ed., vol. ii, Funchal, SREC, 1998; “Trabalhos de Pintura”, DM, 13 jul. 1913, p. 2; “Trabalhos de Pintura”, DNM, 15 mar. 1922, p. 1; “Vida Artística – Mais Uma Tela de Luiz Bernes”, O Progresso, 14 jan. 1917; “Vida Artística – Trabalhos de Pintura”, DNM, 8 abr. 1923, p. 1.

Paulo Ladeira

(atualizado a 11.10.2016)