china

Datam do séc. XVI as relações e caminhos que ligaram a Madeira à China. Há, pois, muito por descobrir nos caminhos de ida ou de volta que marcaram historicamente as relações da ilha com esta região oriental. Por força disso, são múltiplas as marcas na Madeira que testemunham essa relação de mais de 500 anos. Se, nos sécs. XVI e XVII, foi constante a presença de madeirenses na China, testemunhamos, no séc. XX, a descoberta da ilha pelos orientais, ávidos da identidade madeirense e dos vínculos culturais e materiais que possam marcar a sua presença nesse espaço atlântico. Se olharmos atentamente, vamos notar que, na verdade, são muitas as evidências históricas e materiais que perduram na ilha a atestar esta multissecular presença de gentes, culturas e materiais do sol-nascente.

São, pois, inúmeras as evidências da presença chinesa na ilha e várias as aproximações que se podem fazer entre as duas regiões. Por exemplo, as levadas e os poios podem ser entendidos, pela grandiosidade da obra realizada, como a expressão de um labor que se assemelha à muralha da China. Os jardins e parques da cidade do Funchal evidenciam igualmente a aproximação dos madeirenses à cultura chinesa, não apenas nas plantas daí oriundas, mas também na forma da sua expressão no terreno, nos elementos que fazem a arte dos jardins. Deveremos também sinalizar, mais recentemente, a Quinta do Monte de Joe Berardo, que se tornou um dos apaixonados da cultura chinesa e conseguiu reunir nos jardins da quinta elementos característicos da cultura chinesa. Aí podemos encontrar cães de Foo em bronze e mármore, peixes Koi (cyprus carpio) nos lagos ou, ainda, o pavão chinês, que na cultura chinesa é considerado a ave da paz e da prosperidade. Já na Quinta do Jardim da Serra, o visitante é levado a recordar a importação, em 1841, de pés de chá que aí foram plantados com sucesso, tendo até havido a intenção de se promover essa cultura na ilha, tentativa que acabou por não ter êxito, ao contrário do que aconteceu nos Açores, na ilha de São Miguel.

Uma das primeiras evidências do relacionamento chino-madeirense encontra-se no domínio religioso, remontando à apropriação do mundo índico pela Cristandade europeia. Mas vejamos a história que dá origem a esta situação. Em 1496, com a subida ao trono de D. Manuel, então senhor e mestre dos domínios inerentes à Ordem de Cristo, procurou-se pôr fim à referida situação. O monarca começou por fazer reverter para a Coroa o domínio civil, retirando, a seguir, ao vicariato de Tomar a jurisdição eclesiástica, com a criação, em 1514, do bispado do Funchal, sendo provido no cargo D. Diogo Pinheiro, vigário de Tomar. Ao mesmo tempo, foi restituído à Coroa o direito de padroado. Mesmo assim, o vigário de Tomar continuou a manter a sua intervenção nas ilhas por mais algum tempo. Até à criação do bispado do Funchal, todo o serviço episcopal era feito por bispos titulares aí enviados pelo vigário de Tomar. Apenas se conhecem três visitas: a Angra em 1487, ao Funchal em 1507 e a Angra e Ponta Delgada em 1508.

Em 1514, com o aparecimento da primeira diocese ultramarina do atlântico português, toda a jurisdição eclesiástica das terras desde o Cabo Bojador até à Índia passou para a dependência direta do bispado em questão. Isto manteve-se até 1533, data em que D. João III solicitou ao Papa Clemente VII a criação de novas dioceses (Angra, S. Tiago, S. Tomé, Santa Catarina-Goa) e a elevação da catedral do Funchal à categoria de metropolitana e primaz. O desejo foi atendido a 31 de janeiro, data em que o Sumo Pontífice acedeu à referida solicitação. Em relação a isso, refere Gaspar Frutuoso: “Neste ano de mil e quinhentos e trinta e oito, porque el-Rei Dom João, terceiro do nome, tinha feito mercê do bispado do Funchal a Dom Martinho de Portugal, e, porque era tanto seu parente, lho deu com título de Arcebispo, por ser também a ilha de grande província de todas terras descobertas até a China, inclusive, e a esta ilha, metrópole das ditas terras, vinham as apelações e agravos de todas partes no mar adjacentes” (FRUTUOSO, 1979, 289).

Charles Martial de Witte questiona esta situação e pergunta-se pela razão dos arquivos nacionais apenas disporem de uma cédula consistorial e não da bula, que nunca terá sido expedida de Roma por falta de pagamento dos 600 ducados, o que, à partida, conduziria a que a bula de criação do arcebispado não tivesse efeito prático. A partir de 1533, a diocese do Funchal ficava restrita à “Madeira e Porto Santo, as ilhas Desertas e Selvagens, e aquela parte continental de África, que entesta com a diocese de Safim e bem assim todas as terras do Brasil, tanto as já descobertas, como as que se vieram a descobrir” (VIEIRA, 2014, 17). A única alteração ao seu território, que posteriormente teve lugar, resultou da anexação, em 10 de fevereiro de 1560, do Castelo de Arguim por ordem de D. Catarina.

Desta forma, no período de 1514 a 1533, todas as terras aonde os portugueses chegaram passaram para o domínio da Cristandade ocidental, onde se incluía a China, ficando dependentes do bispado/arcebispado do Funchal. Já depois disso, na segunda metade do séc. XVI, é de destacar o padre madeirense António Lopes da Fonseca, que serviu na China desde 1550 como governador deste bispado, que abrangia também o Japão. Não podemos também esquecer o trabalho do jesuíta madeirense Manuel Álvares, natural da Ribeira Brava, que teve um papel muito importante na Companhia de Jesus, tendo sido, para além disso, o autor de A Gramática Latina, com primeira edição traduzida para chinês.

Muitos madeirenses foram atraídos por essa região e embarcaram rumo a ela, como soldados, mercadores ou funcionários da coroa, como comprovam vários documento que surgem a partir do final do último quartel do séc. XVI. Um dos primeiros madeirenses a pisar solo chinês terá sido António Abreu, de quem temos, em 1518, notícia do regresso desta região. Outros se seguiram, mas de muitos não ficou registo escrito para o podermos contar. De todos o mais notado e registado na memória escrita foi Tristão Vaz, a quem faz referência Gaspar Frutuoso, referindo “o grande Tristão Vaz da Veiga, de cujos heroicos feitos e gloriosas vitórias (como vós, Senhora, melhor sabeis) está cheio o Céu e a Terra, desde o Japão até a China, da China a Malaca, de Malaca até o Gange, do Gange até o Tejo e do Tejo até os derradeiros limites do mar e da terra; o qual guardou Deus no Oriente de tantos perigos, para com as proezas, pérolas e riquezas da Índia Oriental” (FRUTUOSO, 1979, 160).

Tristão Vaz da Veiga teve autorização do rei D. Sebastião para duas viagens, com as quais terá lucrado 200.000 réis. A primeira teve lugar entre 1553 e 1560 e a segunda a partir de 1565, tendo estado, em 1568, “na China, no porto do Nome de Jesus na ilha de Amacao [sic], onde está a povoação dos portugueses, uma briga muito grande com um Alevantado muito poderoso, do qual teve vitórias muito notáveis, com grandes perigos de sua pessoa, em que Deus lhe fez muitas mercês” (Id., Ibid., 166). Como conta o cronista açoriano, este terá sido o principal obreiro da entrada dos portugueses na China: “Fazendo este capitão suas viagens na China, onde, até então, quase não queriam consentir os portugueses por comércio, deixou feitas paredes, que podiam muito bem ter nome de fortaleza, consentidas dos mandarins da China, que até aquele tempo, com trabalho e peitas os deixavam fazer uma casa de palha” (Id., Ibid., 167).

Na China, bateu-se de forma heroica contra um poderoso corsário Chim (/chinês): “A doze de Junho apareceu diante do porto com perto de cem velas, em que haveria mais de quarenta navios muito grandes, e veio surgir obra de uma légua do porto; ao outro dia, em amanhecendo, veio a desembarcar em terra; haveria na povoação menos de cento e trinta portugueses, em que havia alguns muito velhos e outros muito moços; deles mandou Tristão Vaz da Veiga à sua nau, que no porto tinha, trinta e cinco ou quarenta para a defenderem […] e prouve a Nosso Senhor que, sendo três ou quatro mil homens, em que havia de mil e quinhentas espingardas para riba […] lhe deu vitória deles e os fez embarcar quatro vezes naquele dia” (Id., Ibid., 168). Ainda investiu contra outro corsário chinês que andava a roubar com 23 navios: “mandou Tristão Vaz meter em quatro deles cinquenta portugueses e alguns cristãos da terra e escravos; partiram em anoitecendo de Macau; de madrugada, deu no ladrão, tomou-lhe onze navios dos vinte e três, que tinha, com muita gente e munições; os doze se acolheram, por mais ligeiros”. E remata: “Em tanto é tido o valor dos portugueses em todas partes, que um Rei de tamanhos Reinos, como os da China, não é poderoso contra um cossairo, que se lhe levanta, sem ajuda e favor do braço português; têm eles caído tanto nesta verdade, que um dos trabalhos, que os capitães-mores da China têm agora, é escusarem-se de lhe darem estes socorros, que muito amiúde lhe pedem” (Ibid., 170-171).

Houve ainda outros madeirenses que se sentiram atraídos por estas terras e mantiveram relações comerciais. Um dos mais antigos nestas andanças foi Francisco Fernandes Furna, importante mercador do tráfico negreiro e do açúcar no Brasil, com negócios também na China. Depois disso, temos referência a caixas de laranjas da China em cartas escritas entre 1676 e 1695 por João de Saldanha Albuquerque. Esta mesma referência surge noutra carta de Duarte Sodré Pereira, de 20 de março de 1711. Não sabemos se a indicação da região pretende definir a origem das referidas laranjas, ou uma designação comum do fruto, tendo em conta a sua origem.

Sabemos que, em 1715, se exportou vinho para a China. A partir de 1770, temos notícias mais frequentes de tais relações por força das facilidades determinadas por decretos de 1761 e de 1783, que abriram este mercado. Aí interveio D. Guiomar de Sá, que vivia naquela que viria a ser a Quinta Vigia, no Funchal. Todavia os primeiros registos que temos na alfândega são da déc. de 90 do séc. XVIII. Assim, registam-se na alfândega do Funchal 29 pipas de vinho: 2 em 1790, 15 em 1792 e 12 em 1796. Depois, só temos conhecimento desse comércio através de outros registos da primeira metade do séc. XIX. No período de 1829 a 1833, sabemos que a China recebeu 5 toneis, 123 pipas, 25 quartos e 30 quartilhos de vinho Madeira. Para o ano económico de 1833-34, temos ainda a saída de 1124 almudes da firma Cossart Gordon.

As relações comerciais com a China perpetuaram-se no tempo, pelo que ainda em 1963 temos notícia da importação de lenços de algibeira. Para trás fica o registo da importação de sedas em 1776 e de diversas fazendas em 1777. A seda reaparece em 1784. No entanto, o artigo mais importante foi certamente a loiça, cuja tradição comercial se manteve até ao séc. XXI. Não sabemos se as loiças e mobiliário chinês que ainda hoje são visíveis nos Museus da Quinta das Cruzes são fruto dessas relações comerciais ou se chegaram à ilha por via indireta. O certo é que são um riquíssimo espólio que merece visita.

Uma aproximação que nos parece improvável, mas que a historiografia oriental teima em afirmar, é a de que o Ocidente-Atlântico terá recebido da China a tecnologia de moenda da cana sacarina com os cilindros. Desta forma, nos últimos anos, os estudos sobre a história do açúcar no Oriente, nomeadamente na Índia e na China, reforçaram a ideia de que a moagem da cana por cilindros teve aí a sua origem. Por outro lado, os estudos sobre a história da ciência revelam que o sistema de cilindros era conhecido na Europa, sendo usado em diversas atividades industriais. É certo que a mais antiga referência que temos ao uso dos cilindros se reporta ao seu uso na China e na Índia para descaroçar o algodão e fabricar papel. Contudo, ainda que alguns apontem para uma origem chinesa, outros defendem que o engenho de cilindros é resultado do invento do madeirense Diogo de Teive, patenteado em 1452. Tenha-se em conta que o primeiro contacto dos portugueses com esta região oriental só começou a partir da viagem de Vasco da Gama. Outros ainda defendem que os engenhos de cilindros foram trazidos pelos jesuítas para o Peru, no séc. XVII. Ora sucede que estes engenhos já estavam a ser divulgados pelos madeirenses desde a déc. de 80 do séc. XV, no espaço atlântico.

Por outro lado, esta estrutura de cilindros era já conhecida na Europa, onde chegou provavelmente a partir de meados do séc. XV através da rota da seda, sendo usada em diversas atividades industriais. No entanto, na Madeira, a primeira referência aos eixos para o engenho datam já do último quartel do séc. XV. Em 1477, Álvaro Lopes teve autorização do capitão do Funchal para fazer “um engenho de fazer açúcar que seja de mó ou d’alçapremas, ou doutra arte […] o qual engenho será de água com sua casa e casa de caldeiras”. Depois, em 1485, D. Manuel isentava da dízima “quaisquer teixos que forem necessários para eixos esteios cassas latadas dos engenhos e tapumes”. Em 1505, Valentim Fernandes refere que o pau branco era usado no fabrico de “eixos e parafusos para os engenhos de açúcar”. A isto associa-se o inventário do engenho de António Teixeira no Porto da Cruz, em que são referidos como aprestos “rodas eixos, prensas, fornalhas espeques” (VIEIRA, 2000, 18-19). Para além disso, a chegada dos primeiros portugueses à China tem lugar em 1516, muito depois de existirem na ilha os cilindros para a moenda dos canaviais. Do norte da China, veio sim o sorgo ou cana-de-açúcar que se cultivou em S. Vicente e Santana para forragem do gado.

Uma das maiores evidências da influência chinesa na Madeira será a botânica. Não sabemos se as espécies foram importadas diretamente ou se chegaram à ilha por outra via, como a cidade no Cabo na África do Sul. Note-se que a banana anã, oriunda da China, chegou à ilha em 1841, por via de Demerara, ainda que em 1856 as variedades chinesas de cana-de-açúcar tivessem chegado diretamente à Madeira.

A ilha ficou, a partir do séc. XVII, como a arca de Noé que partilha as flores e plantas orientais, muitas delas chinesas, com a Europa. Temos diversos testemunhos dessa profusão de flores e plantas exóticas, nomeadamente de visitantes. Assim, em 10 de dezembro de 1812, Franz Borel, cônsul russo na Madeira afirmava que “Nesta ilha, acariciada pela natureza, encontra-se uma enorme quantidade de plantas, flores, arbustos preciosos da Índia, China, Japão e Pérsia. Sabendo da paixão botânica de Vossa Senhoria, comecei ajuntar uma coleção, primeiro chegou a fama do vinho, depois da ilha. Não duvido de que terei êxito, porque o senhor Eberri de Correia […] conhece na perfeição todas as raridades de um dos mais maravilhosos jardins do mundo” (MILHAZES, 2013, 171).

Os jardins, com destaque para o jardim botânico, os parques públicos da cidade e as quintas privadas, ostentam uma variedade de plantas e flores que é reveladora da influência e da relação com a China. No grupo das flores e plantas dos parques e jardins públicos do Funchal, destacam-se as seguintes espécies: Abelia grandiflorados (abélia); Albizzia julibrissin Durazz (albizia Constantinopla); Aralia elegantissima (arália); Bauhinia variegata (árvore de S. Tomé); Camellia japonica L. (camélia, japonesa); Camellia reticulata Lindl. (camélia); Chimonanthus praecox (caocha); Cinnamomum camphora (canforeira); Citrus sinensis (laranjeira); Codium variegata (cróton); Cornus sanguinea (cornus); Cotoneaster pannosa (pereirinho de jardim); Cymbidium hybr. (cimbídios, orquídeas); Elaeagnus macrophylla (eleagnos); Hibiscus chizoptalus (cardeal bailarina); Rhapis excelsa (palmeira da senhora); Hibiscus r.-s. Acetosella (cardeal); Hibiscus rosa-sinensis L. (cardeal rosa da China); Hibiscus syriacus (cardeal roxo); Hydrangea macrophylla (hortênsia, novelos); Jasminum odoratissimun/Jasminum polyanthum (jasmineiro); Lagerstroemia indica (laguerestrémia); Lagerstroemia indica L. (laguerestrémia); Lem. (jasmim de estrela; falso jasmim do Cabo); Ligustrum sinense (ligustro da China); Litchi chinensis (litchi); Livingstona chinensis (palmeira de leque); Magnolia denudata Desr. (magnólia); Malus baccata (pera brava); Metasequoia glyploslroboides (sequoia); Magnolia x soulangeana (magnólia); Melrosidero excelsa (melrosidero); Michelia fuscata (carocha); Nandina domestica (nandina); Ficus radicans (pastinha); Pittosporum tobira (incenseiro); Punica granatum (romanzeira); Prunus communis (amendoeira); Prunus salicina Lindl. (ameixeira); Pyracantha angustifolia (piracanta); Rosa laevigata Michx. (roseira); Salix babylonica (salgueiro chorão); Sophora japonica (acácia do Japão); Spiraea cantoniensis Lour. (sempre-noiva); Trachelospermum jasminoides (jasmim de estrela); Thuja orientalis (tuía); Tibouchina semidecandra (aranha); Tibouchina urvilleana (aranha); Trachelospermum jasminoides (Lindl); Trachycarpus forlunei (palmeira moinho vento); Ulmus parvifolia (ulmeiro); Viburoum macrocephalum (bola de neve); Weigela florida (pessegueiro de jardim); Wisteria sinensis (glicínia; lilás).

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Alberto Vieira

(atualizado a 31.08.2016)