fernandes, mateus

Mestre das obras reais ativo durante a segunda metade de Quinhentos, entre 1567 e 1597, Mateus Fernandes (III) foi um fortificador altamente habilitado e, muito provavelmente, neto ou bisneto dos dois arquitetos do mesmo nome que se celebrizaram nas obras do mosteiro da Batalha. Para além do primeiro arquiteto Mateus Fernandes, que faleceu a 10 de abril de 1515, temos referências a seu filho homónimo (Mateus Fernandes II), que já em vida do pai o substituía à frente das mesmas obras. A carta régia que nomeou o segundo arquiteto Mateus Fernandes é de 22 de abril de 1516, não podendo haver dúvidas da sua filiação, em vista desse documento. Terá falecido por volta de 1528, ano em que foi nomeado para o substituir, como mestre das obras da Batalha, o arquiteto João de Castilho (c. 1470-1552).

Os trabalhos levados a cabo na Madeira, tanto no campo da fortificação como noutros, e a planta do Funchal que levantou, acreditam o terceiro arquiteto Mateus Fernandes como um dos melhores técnicos do seu tempo, com uma (por certo) vasta aprendizagem na área da construção. Ora numa época em que o ofício transitava quase que escrupulosamente de pais para filhos, até com um certo secretismo em torno das práticas e receitas de cada família, não poderemos deixar de o colocar na “dinastia” dos mestres do mosteiro da Batalha. É muito possível que tenha efetuado a sua aprendizagem no norte de África, na sequência dos trabalhos ali levados a cabo por João de Castilho, p. ex., onde poderá ter contactado com o grupo de arquitetos italianos que depois o veio a apoiar no Funchal.

Mateus Fernandes (III) foi enviado para a Madeira nos finais de 1566 ou nos primeiros dias de 1567, pois surgem referidas, a 14 de março deste ano, nas primeiras instruções que recebeu do provedor Álvaro Pires, umas indicações que expedira do Funchal para Lisboa. Terá chegado, assim, na armada de socorro que fora enviada de Lisboa em resposta ao ataque dos corsários franceses, em outubro, armada que transportava igualmente alguns padres jesuítas e o filho do capitão do Funchal.

Na sequência do envio de Mateus Fernandes para a ilha, o cardeal D. Henrique disponibilizou uma verba de 400 mil réis para a fortificação da mesma, mandando o recebedor desse dinheiro fazer uma bandeira para o baluarte. As instruções oficiais recebidas no Funchal por Mateus Fernandes devem ter chegado na primavera desse ano de 1567, com os militares italianos Pompeo Arditi e Tomaz Benedito. Temos conhecimento desta viagem através de um relatório confidencial, infelizmente bastante geral e sucinto, que Arditi remeteu para Pézaro, sua cidade natal (ARAGÃO, 1981, 121-131; BATELLI e COELHO, 1934, 21-36; INSTITUTO HISTÓRICO DA ILHA TERCEIRA, 1948, 173-183). Segundo este documento, os técnicos italianos Pompeo Arditi e Tommaso Benedito estiveram um mês na Madeira, onde trabalharam com o mestre das obras reais Mateus Fernandes. Seguiram depois para os Açores, tendo estado 40 dias em Ponta Delgada para “assentarem as obras que se houverem de fazer” (ib.). Estiveram ainda duas semanas a “ver o que era necessário” na ilhas Terceira, São Jorge e Faial, regressando a Lisboa para dar contas ao rei, em agosto de 1567 (ib.), mas somente Arditi, pois Benedito ficou em Ponta Delgada, a dirigir a fortaleza de S. Brás. Não se entende o tempo gasto na ilha de São Miguel, 40 dias, e nas ilhas centrais, 15, quando era na Terceira que se encontrava a sede da provedoria das armadas e o principal porto do arquipélago, Angra.

Datado de 14 de março de 1567, o regimento preliminar de fortificação que foi enviado a Mateus Fernandes começa por nomeá-lo “Fortificador e Mestre das Obras da Ilha da Madeira” com a incumbência de “assistir às obras que eu mandar fazer na Ilha da Madeira, assim das fortificações como nas mais de meu serviço” (ARM, Câmara..., tombo 3, fl. 142v). Devemos então concluir que poderão ter estado sob a sua coordenação as importantes obras do Colégio de S. João Evangelista (Colégio dos Jesuítas). Como vem referido no último parágrafo do documento mencionado, quando se afirma que devem ser derrubados os balcões do fim da praia “que nas traças me dizeis”, Mateus Fernandes já se encontrava na ilha e já tinha enviado desenhos de projeto, embora não o que está hoje no Rio de Janeiro, na Biblioteca Nacional do Brasil (BNB) (BNB, Cartografia, 1090203), que não parece ter essas indicações. Sobre as obras propriamente ditas, ainda no mesmo regimento, o rei avisa que não quer empreitadas, “por serem em prejuízo da minha fazenda”, dando indicações para que tudo fosse feito por administração direta. Assim, o fortificador teria que contratar pedreiros, carpinteiros e demais trabalhadores, segundo o preço que entendesse, devendo ser tudo registado por um apontador e as contas depois apresentadas aos tesoureiros.

No que se refere ao pessoal, vêm ainda especificadas as qualidades que o apontador, “homem de boa consciência”, deveria ter, bem como o aparelhador, que precisava de ser um bom pedreiro, saber ler e escrever. O regimento refere-se também ao facto de não deverem entrar “escravos de gente nobre” nas obras, salvo se fosse escravo de oficial de pedreiro ou carpinteiro, ou pertencente à Fazenda Real. No mesmo documento, o provedor Álvaro Pires salientou a atenção que era necessário manter para controlar os materiais e as ferramentas, que deveriam estar sempre debaixo das suas ordens diretas. Afirmou ainda que esse material deveria ser entregue a pessoas da confiança do fortificador, “de vossa casa”, mas devendo ficar com as chaves do local de guarda do mesmo. O regimento encerra com o derrube dos balcões a que já nos referimos e com a indicação de que o rei deveria ser informado de tudo o que fosse necessário. Se não viessem ordens de Lisboa, por dificuldades de correio ou outras, o assunto deveria ir ao “conde-capitão” e ao provedor da Fazenda. Recomendava-se também que se satisfizessem os pagamentos necessários para que não parassem as obras (ib.).

Os primeiros trabalhos com base neste regimento preliminar e com o apoio dos italianos Pompeo Arditi e Tommaso Benedito devem ter levado à execução da planta do Funchal atualmente na BNB e assinada por Mateus Fernandes (BNB, Cartografia, 1090203). Esta planta é um trabalho de cariz eminentemente militar e apresenta uma súmula de informações excecionalmente importantes para a história geral da cidade e da fortificação portuguesa. O móbil principal do desenho parece ter sido o planeamento de uma importante fortificação para o morro da Pena, talvez o primeiro planeamento de defesa executado na Madeira por Mateus Fernandes. Dentro do campo específico da fortificação portuguesa da época, este seria dos planeamentos mais interessantes que se fizeram; encontra-se já inserido na chamada “fortificação abaluartada moderna”, embora utilizando ainda dois pequenos baluartes de ligação quadrangulares. Os únicos trabalhos que se lhe poderão assemelhar, em Portugal, são alguns desenhos do tratado Architectura Militar, de António Rodrigues (c. 1520-1590), bastante mais tardios e atribuíveis aos anos de 1576-1579 (BNP, Reservados, 3675; BPMP, ms., 95).

Mateus Fernandes estava ativo na ilha a partir dos inícios de janeiro de 1567, quando aparece como testemunha de aforamentos na câmara do Funchal (ARM, Câmara…, Vereações, 7 jan. 1567). Em 1570-1571, começou a reparar a fortaleza da cidade, cujo primeiro auto de obras é de 15 de março de 1571, fazendo algumas beneficiações, sob ordens do capitão do Funchal, “para seu aposento e agasalho dos seus”, para a guarda de mantimentos e provendo-a de armamento, dado o que lá existia ter sido levado pelos franceses (ibid., Avulsos, 4-497, fl. 1).

A planta do Funchal deve ter seguido, assim, para a provedoria das obras de Lisboa, com outras indicações e apontamentos, antes de 1571. É provável que tenha sido levada pelos técnicos italianos, dado encontrar-se com as restantes plantas, concernentes aos Açores, a Vila do Conde e a Sesimbra, todas sensivelmente da mesma data e incorporadas no mesmo álbum do Rio de Janeiro, para onde seguiram com a família real, em 1808, tendo por lá ficado. O projeto para a enorme fortaleza do Funchal deve ter permanecido em Lisboa, a aguardar que se estudassem as obras a levar a cabo na cidade, o que só aconteceu em 1572, após se ouvirem várias opiniões, como atesta a documentação.

O regimento de 1572 começa, efetivamente, por referir que é um produto de vários pareceres, do “Sr. capitão e das mais pessoas a que Sua Alteza cometeu e mandou”. Era essencialmente orientado para o Funchal, mas tendo em vista a sua ampliação à restante ilha da Madeira e era acompanhado de uma outra planta (por certo semelhante à enviada por Mateus Fernandes), “traça e debuxo”, como refere a documentação (ARM, Câmara…, tombo 2, fls. 139-141), dando com o texto uma melhor definição do pretendido. Conforme ficou expresso, o regimento não era passível de alterações sem que primeiro tal fosse comunicado à provedoria das obras e ao monarca.

Os trabalhos de Mateus Fernandes prosseguiram ao longo de mais de uma década, mas com a subida ao trono de D. Filipe I e com a presença do conde de Lançarote na Madeira começaram a surgir problemas. As crescentes necessidades de defesa da época e a chegada contínua de “especialistas” e inspetores em questões de defesa à ilha interferiram permanentemente na área de responsabilidade do mestre das obras reais e acabaram por relegá-lo para segundo plano. O regimento determinado em 1572 visava a defesa das casas do capitão donatário e da Fazenda Real como primeira prioridade, depois, da pequena cidade de mercadores, reportando-se a uma guarnição militar de recrutamento local à dimensão da Madeira, enquanto nos anos seguintes se equacionava uma estrutura ao nível do império unido de Portugal e Castela.

Com a inclusão do arquipélago da Madeira no quadro dos reinos de Filipe II de Castela e a importância que a ilha adquiriu perante a aclamação de D. António nos Açores, as obras de fortificação executadas no Funchal foram alvo de inúmeras críticas, acrescidas ainda da necessidade de justificação pessoal dos vários militares destacados para o local. Não se podendo acusar a provedoria das obras em Lisboa, o alvo passou a ser, com certeza, o mestre das obras reais radicado na Madeira. Mateus Fernandes também terá, muito possivelmente, sido envolvido nas questões surgidas com o presídio profissional castelhano pois, como era residente no Funchal, terá sido dado como provável opositor da nova situação, como então chegaram a ser entendidos quase todos os habitantes da Madeira.

O mestre das obras reais ainda permaneceu no Funchal durante os governos de Tristão Vaz da Veiga (1537-1604) e de António Pereira, entre 1585 e 1595. A sua saída deve ter ocorrido nos inícios de 1595, dada a nomeação de Jerónimo Jorge para a Madeira ter a data de 10 de fevereiro de 1595 e a posse do novo governador, Diogo de Azambuja de Melo, ter ocorrido a 20 de abril desse ano. Chegado a Lisboa, deixou uns apontamentos na provedoria das obras, em princípio, fazendo o ponto de situação dos trabalhos determinados pelo regimento de D. Sebastião, “Sua Alteza que está em glória”, e posteriores alterações e acrescentamentos, assim como aquilo que tinha ficado por fazer e os cuidados a ter em algumas dessas obras (ANTT, Cartas missivas, 2-53).

Mateus Fernandes terá vivido na Madeira cerca de 28 anos ininterruptos, e a sua área de atuação na ilha estendeu-se para além das obras militares propriamente ditas, dentro do âmbito do cargo de mestre das obras reais, que o obrigava a interferir nos trabalhos pagos com dinheiros da fazenda régia. Os baluartes da fortaleza de S. Lourenço (Palácio e Fortaleza de São Lourenço) são de sua autoria, numa redução a um terço do que projetara para a fortaleza do morro da Pena, sendo também de sua autoria a fortaleza de S. Filipe da Pr. do Pelourinho, recentemente colocada a descoberto devido às obras feitas após a aluvião de 2010. São ainda da sua lavra os muros iniciais de defesa do Funchal, de que somente subsiste o complexo de arranque do morro da Pena, no Campo da Barca, e dois pormenores, na R. Major Reis Gomes.

Segundo os apontamentos que deixou em Lisboa, também realizou obras de defesa na praia Formosa, das quais ainda conhecemos várias fortificações, embora, por certo, de campanhas posteriores, restando somente um pequeno troço de muralha na falésia nascente; e realizou obras de defesa na foz da ribeira Gonçalo Aires, das quais nada subsiste. No final da sua estadia na Madeira, ainda fez planeamentos para a futura fortaleza do Pico, quando se abordaram os elementos “padrastos” à cidade, mas cujo modelo seria depois refeito pelo seu sucessor.

Como mestre das obras reais, deve ter superintendido também sobre grande parte dos trabalhos efetuados com o erário régio, tanto da igreja madeirense, como da câmara e da Alfândega. Conhecemo-lo, entretanto, a fornecer pareceres para a câmara sobre aforamentos e a trabalhar com o cabido da diocese e, por ordem do bispo, a fornecer desenhos para construções religiosas e para retábulos de altar. Consultando os livros de acórdãos do cabido da sé do Funchal desta época, encontrámos algumas referências aos seus trabalhos e à coordenação então havida em relação aos materiais de construção, p. ex., o planeamento da antiga igreja de Água de Pena, para a qual desenhou inclusivamente o retábulo, e para a matriz da Piedade dos Canhas (ANTT, Cabido..., 6, fl. 187), tudo construções que já não existem.

Mais tarde, já no continente e radicado em Tomar como mestre das obras reais, Mateus Fernandes prosseguiu as suas atividades de arquiteto e mestre destas obras, quer civis, quer religiosas, conhecendo-se a sua atividade na vila de Abrantes. O mestre chegou em 1595 e utilizou o título de “Mestre das Obras de El-Rei nosso Senhor e morador na vila de Tomar” (ADS, Notas do tabelião Manuel da Maia, fls. 15v-18v, 26-28v), deduzindo-se que seria o mestre das obras reais de Tomar, logo, do convento de Cristo. Na vila de Abrantes, assinou contrato com o município para a execução das novas casas da câmara, a 30 de setembro, comprometendo-se a executar as ditas segundo traça sua, ao longo de três anos e por 880 mil réis (ib., fls. 15v-18v). Pouco depois desta data, Mateus Fernandes aparece também como testemunha de uma procuração dos confrades de S. Vicente de Abrantes, sendo então citado também como mestre daquela importante igreja (ib., 26-28v).

As casas da câmara de Abrantes, infelizmente, não chegaram aos nossos dias para podermos avaliar a sua execução, mas a igreja de São Vicente que chegou até nós é uma construção dos meados do séc. XVI a inícios do seguinte, com uma certa austeridade militar de execução, e contrafortes de arco com pináculos maneiristas. As obras, que foram iniciadas na época de D. Sebastião, tiveram um compasso de espera e voltaram a arrancar, provavelmente, em 1590, data que aparece numa das cartelas decorativas. A fachada da igreja, de três panos, é encimada por frontão interrompido, rosácea pequena, quase só óculo de iluminação, e portal de duas ordens, ladeado por pares de colunas. Ao nível da fachada, implantam-se duas torres sineiras. Dadas as semelhanças com a igreja do Colégio dos Jesuítas do Funchal e a matriz de São Pedro da mesma cidade, é muito provável que o projeto final deste templo madeirense seja obra de Mateus Fernandes, referido na procuração dos irmãos daquela confraria de Abrantes, em 1595, tal como as citadas igrejas funchalenses.

A igreja matriz de São Pedro deve ter sido projetada antes de 1590, mas só deve ter sido iniciada por essa data, quando Mateus Fernandes, como mestre das obras reais, por certo assessorava os trabalhos do Colégio dos Jesuítas do Funchal, cuja primeira construção deve ter sido a monumental torre militar, levantada por volta de 1575 e que, face aos pormenores construtivos, é certamente da sua autoria. O projeto inicial da igreja também deve ter sido seu, embora alterado e adaptado em Lisboa pelos arquitetos da Companhia e, depois em Roma, sendo a primeira pedra lançada somente em 1624, havendo algumas semelhanças com a fachada da matriz de São Pedro.

O mestre Mateus Fernandes deve ter falecido perto do início de 1597, altura em que Nicolau de Frias, mestre das obras do Paço da Ribeira, aparece a trabalhar em Tomar, embora a sua nomeação para mestre das obras desse convento só surja a 11 de junho desse ano.

Bibliog.: manuscrita: ADS, Notas do Tabelião Manuel da Maia, liv. 11, fls. 15v-18v, 26-28v; ANTT: Cabido da Sé do Funchal, 6; Cartas missivas, 2-53, Mateus Fernandes, Apontamentos da Obra que se Deve Fazer e Reparar na Fortificação da Cidade do Funchal da Ilha da Madeira; ARM, Câmara Municipal do Funchal, Avulsos, 4-497; Câmara Municipal do Funchal, Tombo Velho, tombos 2 e 3; Câmara Municipal do Funchal, Vereações, 1567; ARSI, Lusitânia, vol. 66, Cartas Enviadas pelos Padres da Província de Portugal; BNB, Cartografia, 1090203, Mateus Fernandes, Planta da Cidade do Funchal, 1567-1570; BNP, Reservados, 3675, António Rodrigues, Architectura Militar; BPMP, ms. 95, António Rodrigues, Proposições Matemáticas; impressa: ARAGÃO, A Madeira Vista por Estrangeiros, 1455-1700, Funchal, SREC, DRAC, 1981; BATELLI, Guido e COELHO, Trindade, Documentos para o Estudo das Relações Culturais entre Portugal e a Itália, vol. 2, Lisboa e Firenze, 1934; CARITA, Rui, “Colégio dos Jesuítas do Funchal: Memória Histórica, Funchal, Associação Académica da UMa, 2013; id., História do Funchal, Associação Académica da UMa, 2013; id., Igreja Matriz de São Pedro do Funchal, Funchal, UMa, 2005; id., A Arquitectura Militar na Madeira nos Séculos XV a XVII, Lisboa e Funchal, [Oficinas Gráficas do Exército], 1998; id., História da Madeira, vol. 2, Funchal, SRE, 1991; id., “A Viagem de Pompeo Arditti aos Arquipélagos Atlânticos em 1567”, Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, vol. 48, 1990, pp. 89-101; id., O Regimento de Fortificação de D. Sebastião (1572) e a Carta de Bartolomeu João (1654), Funchal, Centro de Apoio Universitário, SRE, 1984; id., A Planta do Funchal de Mateus Fernandes de c. de 1570”, Boletim da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, vol. 37, 1982, pp. 57-108; id., Introdução à Arquitectura Militar na Madeira. A Fortaleza-Palácio de São Lourenço, Funchal, DRAC, 1981; VITERBO, Sousa, Diccionario Historico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Constructores Portuguezes, 3 vols., Lisboa, INCM, 1899-1922; INSTITUTO HISTÓRICO DA ILHA TERCEIRA, Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, vol. 6, n.º 6, 1948.

Rui Carita

(atualizado a 25.08.2016)