fotografia

O aparecimento da fotografia representou um momento importante na memória histórica ao permitir um mais fácil registo das situações e ambientes. A valorização da imagem ganhou, com a fotografia, uma nova dimensão, sendo depois valorizada na sua plenitude com o aparecimento do cinema e, mais tarde, da televisão. À Madeira, a fotografia e o cinema chegaram muito cedo – em 1859 e 1897, respetivamente –, mas a televisão apenas se tornou uma presença local na ilha a partir de 1972.

No discurso histórico, a fotografia assume um papel fundamental desde que começou a divulgar-se no séc. XIX. Ela regista aquilo que a escrita é incapaz de transmitir, como a noção de espaço e de volumetria. A Escola dos Annales contribuiu para uma revolução no discurso historiográfico que permitiu a valorização da fotografia. Todavia, só nos últimos anos do séc. XX a historiografia lhe atribuiu a devida importância enquanto documento histórico. Ela é um produto social e representação visual, e, como tal, tem lugar na História social e noutras formas discursivas da História por documentar a sociedade e as relações sociais. Desta forma, a fotografia passou a figurar com a mesma função, na investigação histórica, ao lado do documento. Jacques Le Goff afirma-a como documento, enquanto prova real de que algo aconteceu, expresso em imagem, sendo que ela revoluciona a memória dando “uma precisão e uma verdade visual nunca antes atingidas” (LE GOFF, 1990, 466). Assim, de acordo com Pierre Nora (1997), desde a déc. de 70 do séc. XX que a fotografia faz parte da História. Esta foi uma conquista da Nova História, trazendo para a História o testemunho não escrito. No entanto, a maior parte dos especialistas não compreendeu esta nova realidade, de modo que aquilo que temos é a História da Fotografia e não a História pela ou através da Fotografia, isto é, a fotografia raras vezes é o próprio objeto da pesquisa, persistindo quase sempre a ideia do seu valor como ilustração por se assumir que ela é uma imagem que transmite uma mensagem que pode ser conhecida e interpretada.

Desde muito cedo que a fotografia assumiu esse papel na Madeira, pelo facto de alguns madeirenses não ignorarem os avanços das técnicas fotográficas que foram sendo usadas em França e em Inglaterra. Antes disso, nota-se a dificuldade e morosidade do trabalho de registo destas situações, através do desenho e gravura, de que a Madeira tem um espólio significativo, tanto de expedições científicas, como de viagens privadas, como é o caso de Isabella de França, em 1853-54, às portas do advento da fotografia. Até ao seu aparecimento e ao do postal ilustrado, aqueles que visitavam a Madeira testemunhavam as imagens da Ilha através de gravuras e desenhos ou apenas através da escrita e da oralidade. Estes elementos de fixação da imagem cumpriam uma função de prova, tornando-se documentos históricos.

Na Madeira, destino procurado com frequência por forasteiros e cientistas, a imagem registada em papel, sob a forma de fotografia ou de cartão postal, assumiu particular significado. Estes suportes gráficos registam a ligação desses forasteiros às diversas localidades da ilha, bem como algumas situações que marcam a sua visita e que merecem ser partilhadas em álbum fotográfico ou cartão postal, hoje cada vez mais frequente nas redes sociais ou noutros serviços de partilha da Internet. Registam-se, por exemplo, personalidades, que se mantêm indeléveis, como é o caso da fotografia de Churchill, em 1950, pintando a baía de Câmara de Lobos, ou os locais da ilha que mais chamam a atenção dos visitantes, como o cabo Girão ou a baía do Funchal. A isto juntam-se diversos aspetos do quotidiano, assinalando objetos típicos, como os cestos de vime, ou ofícios locais, como era o caso do leiteiro, dos borracheiros ou das lavadeiras. Alguns objetos ou mecanismos assumem-se como imagem de marca da ilha ou são identificados pela sua persistência no tempo, como o comboio ou elevador do monte, os carros de bois e os carros de cestos. Os registos da fotografia, do bilhete-postal e, mais recentemente, do telemóvel assumem um papel fundamental na divulgação da Madeira em todo o mundo. Assim, houve, primeiro, a gravura e a pintura, depois a fotografia e o suporte em papel e, na atualidade, o suporte digital.

A partir de 1979, deu-se um grande passo na valorização e preservação deste património documental na História da Madeira, através de uma política de recolha e preservação do espólio fotográfico referente ao arquipélago, o qual aguarda ainda por uma maior valorização e disponibilização em termos do público em geral e dos especialistas.

Antes do aparecimento da fotografia, registam-se na Madeira as gravuras, estampas e aguarelas, que dominam a ilustração relacionada com os visitantes, nomeadamente os cientistas. As gravuras madeirenses são maioritariamente do séc. XIX e de mão inglesa – de centúrias anteriores, registam-se apenas seis –, situando-se a maioria no curto período de pouco mais de 30 anos (1821-1858) e fazendo parte de registos de viagem ou de tratados científicos. Tudo isto porque a Madeira se apresenta, à época, como um eixo fundamental para a navegação e contactos entre a Inglaterra e as suas colónias na América e no Índico. Para além disso, a ilha transformou-se rapidamente numa estância de turismo terapêutico, acolhendo doentes de tísica de diversas proveniências.

Aristocratas, cientistas e aventureiros acorrem à ilha à procura do seu clima ameno para alívio e cura das doenças. Neste intervalo, procuram descobri-la através das suas paisagens, da sua riqueza e da variedade da sua flora. A posição da Madeira justifica esta desmesurada valorização inglesa que excede muitas vezes a das suas colónias das Caraíbas. Perante estas evidências, a Madeira entrou rapidamente no universo da ciência europeia dos sécs. XVIII e XIX, sendo ambas as centúrias momentos assinaláveis de descoberta do mundo, através de um estudo sistemático das suas fauna e flora. Daqui resultarão dois tipos de literatura com públicos e incidências temáticas distintas. Os textos turísticos, os guias e as memórias de viagem apelam ao leitor para esta viagem de sonho à redescoberta deste recanto do paraíso que se demarca dos demais pela beleza incomparável da sua paisagem, variedade de flores e plantas.

Tenha-se em conta que algumas coleções são feitas para deleite de alguns dos seus apreciadores, que figuram em lista que as antecede. Assim sucede com os desenhos de James Bulwer (1827), Andrew Picken (1842), W. S. Pitt Springett (1843), Frank Dillon (1850) ou Johan F. Eckersberg (1853-1855). Já os tratados científicos apostam na divulgação deste recanto através daquilo que o identifica. As técnicas de classificação das espécies da fauna e flora têm aqui um espaço ideal de trabalho. Hoje, a riqueza pictórica da ilha é devedora desta situação, existindo valiosas coleções separadas ou em livro. No primeiro grupo, enquadra-se a maioria e riqueza da coleção de gravuras inglesas. De entre estas, podemos destacar as de Andrew Picken (1840), James Bulwer (1827), P. H. Springett (1843), J. Selleny, Susan V. Harcourt (1851), Frank Dillon (1856), R. Innes ou Johan F. Eckersberg.

Os temas são comuns a todos os intervenientes. O Funchal apresenta-se através da sua baía e do deslumbramento do casario da encosta, em várias perspetivas ou nos pormenores mais caraterísticos da sua arquitetura – a Sé ou os Conventos de S.ta Clara e S. Francisco. O interior da ilha é representado por algumas localidades que mais chamam a atenção do visitante e que se encontram incluídas nas rotas de visita: Cabo Girão, Curral das Freiras, Encumeada, Boaventura ou Rabaçal. O quadro natural tem em W. V. Harcourt (1851), Johan F. Eckersberg e James Bulwer (1827) os seus mais fiéis e atentos observadores. A visão é atenta, por vezes repetitiva, e em alguns casos parece-se com um registo fotográfico. As perspetivas aproximam-se da realidade e o quadro enche-se com dados de observação direta. A vegetação é rainha, logo seguida das quedas de água. Em quase todos os casos, a figura do homem é presença obrigatória, surgindo numa pose de contemplação e êxtase, face às belezas que o rodeiam, e raramente de total integração no conjunto. Mesmo assim, esta presença, representada a pé ou a cavalo, é secundária e anicha-se quase sempre num canto esquecido. Através de algumas estampas e gravuras, é possível descortinar a presença de algumas espécies arbóreas. Aquelas que assumem valor alimentar, como a vinha e a bananeira, assumem algum destaque, seguindo-se o dragoeiro. Todavia, toda a atenção está desviada para a natureza selvagem, que se afirma como o cúmulo da beleza.

Os retratos do quadro natural madeirense não são tão variados nos temas quanto os motivos e pormenores que enquadram e dão harmonia ao conjunto. A grande atenção recai nas encostas, onde o casario se entrelaça ou não com o arvoredo. O céu e a luz não pertencem ao universo destes artistas, pois aquilo que mais clama pela sua atenção são as encostas e o litoral abruptos, onde se anicham as quedas de água, o homem, o casario e o variado arvoredo quase ausente das encostas e vistas próximas à cidade do Funchal. Aqui, as encostas apresentam-se escalvadas. Os efeitos da ação do homem são notórios. Só quando se penetra no interior, na Encumeada, Curral das Freiras, Boaventura e S. Vicente, se redescobre a exuberância da floresta. Aliás, é este o motivo fundamental que domina o pincel do artista. O sul está cheio de motivos e dominado sempre pela presença do homem e dos registos da sua ação, como o casario, pontes, etc.

No grupo dos textos científicos, a atenção reparte-se entre a flora, destacando-se a variedade de flores, e as formações geológicas. Estas últimas surgem com grande evidência em Edward Bowdich (1825).

História da fotografia

Desde que se fixou a primeira fotografia, em 1826, até ao aparecimento da novel câmara digital, em 1988, assinala-se um quadro significativo em termos da sua afirmação no nosso quotidiano, fruto de múltiplas evoluções técnicas, a que a ilha da Madeira nunca ficou alheia. Esta situação torna-se mais clara quando, a partir de 1997, os telemóveis começaram a ser também utilizados como câmaras fotográficas, permitindo instantâneos que podem ser posteriormente enviados e divulgados na Internet.

Para que a fotografia atingisse o seu atual estádio de desenvolvimento foram necessárias várias etapas para consolidar as técnicas de fixação do registo, bem como dos equipamentos a serem usados: em 1836, foi inventado o estereoscópio, por Charles Wheatstone  (1802-1875); em 1839, é divulgado o daguerreótipo de François Arago (1786-1853); em 1840, surge o papel salgado, por William Henry Fox Talbot (1800-1877); em 1841, é registado, pela mão do mesmo cientista, o calótipo,  seguindo-se, em 1850, o papel de albumina, por Louis-Desiré Blanquart-Evrard (1802-1872); em 1851, o colódio húmido, por Frederick Scott Archer (1813-1857); em 1859, o ambrótipo, por Frederick Scott Archer (1813-1857); em 1854, com Bulot e Cattin, o processo de esmaltagem; em 1855, a prova em carvão, por Alphonse Louis Poitevin (1819-1882); em 1856, surge o ferrótipo, pelas mãos de William Kloen e Hamilton Smith (1819-1903); em 1871, o gelatinobrometo,  por Richard Leach Maddox (1816-1902); e, em 1873, o papel  de gelatinobrometo, por Peter Mawdsley.

A 4 de junho de 1859, Vicente Gomes da Silva divulga no jornal O Direito os seus préstimos para fazer fotografia, dando-se, assim, início ao serviço regular de fotografia na Madeira. A partir desta data, os estrangeiros e visitantes poderão ter o registo fotográfico da sua passagem pela ilha, assumindo o estúdio fotográfico Vicente um local de visita obrigatória para o referido registo. Assim, assinalam-se múltiplas personalidades, nacionais e estrangeiras, que aqui foram fotografadas, como a Imperatriz Elisabeth da Áustria (1837-1898),  em 1860; Manuel de Arriaga (1840-1917), em 1883; Hermenegildo Capelo  (1841-1917) e Roberto Ivens (1850-1898), em 1885; o poeta António Nobre (1867-1900), em 1899; o rei D. Carlos (1863-1908) e a rainha D. Amélia (1865-1951), em 1901, aquando da sua visita ao Funchal; Roger Soubiran (?-1979), em 1921; ou os aviadores Carlos Viegas Gago Coutinho (1869-1959), Artur Sacadura Freire Cabral (1881-1924), Manuel Ortins de Bettencourt (1892-1969).

O segundo mais importante atelier fotográfico da ilha foi o chamado Perestrellos Photographos, criado por Manuel Olim Perestrello (1854-1929), casa que assumiu uma importância destacada na área da fotorreportagem. São suas as fotos de algumas personalidades que correram mundo, como Winston Churchill, Albert Schweitzer, o Rei Humberto de Itália, George Bernard Shaw, John dos Passos ou o Imperador Carlos d’Áustria.

Como espaço aberto ao mundo e com quase permanente contacto com Paris e Londres, a Madeira não estava alheia às realizações e evoluções que se faziam sentir no campo da fotografia, acabando também estas por ter aplicação na fotografia que se fazia na ilha. A par disso, registam-se algumas personalidades locais que se destacaram no campo da fotografia, como foi o caso de Russell Manners Gordon (1829-1906), 3.º Visconde e 1.º Conde da Torre Bela, que está ligado à descoberta das chapas de colódio seco, que deram origem ao processo de gelatinobrometo, e cujos conhecimentos lhe valeram o papel de consultor de John Henry Dallmeyer  (1830-1883) e de J. H. Thomas Ross  (1859- 1906), fabricante de material fotográfico. Paulatinamente, a fotografia adquiriu um importante papel na sociedade funchalense, e o facto de o Funchal ser um local de bastante procura turística permitiu o desenvolvimento desta atividade, nomeadamente de bilhetes-postais.

A partir do séc. XX, a vulgarização da fotografia, por força das necessidades impostas pela sociedade – com as chamadas fotos tipo bilhete de identidade ou as fotos de família, que anualmente se enviavam aos familiares emigrados –, levou a que a atividade ganhasse importância no Funchal e surgissem diversos estúdios fotográficos, tanto na cidade como nas principais sedes do concelho. Na tradição madeirense, ficaram famosos os já referidos estúdios fotográficos Photographia Vicente e Perestrellos Photografos. O primeiro é o mais antigo atelier de fotografia da Madeira, surgido, em 1848, pela mão de Vicente Gomes da Silva (1827-1906), que granjeou fama e destaque recebendo os títulos de “Gravador de Sua Majestade a Imperatriz do Brasil, Duquesa de Bragança”, a 27 abril de 1853, e, a 6 janeiro de 1903, de “Photographo da Casa Real Portuguesa”. Depois, surgiram outros estúdios fotográficos, correspondendo à demanda cada vez maior da fotografia: em 1946, o Foto Joaquim Figueira, de Joaquim Gomes Figueira (1912-1995); em 1951, o Foto Sol, de Consuelo Santos (1932-2007); ou o Carlos Fotógrafo, de Carlos Fernandes (1930). Por fim, deveremos registar a iniciativa de Jorge de Castro, que ganhou importância, na déc. de 50, com a fotografia subaquática.

No quadro dos fotógrafos madeirenses da atualidade, destaque para os que se dedicam à fotorreportagem, inseridos nos jornais diários e semanários que se publicam na RAM, como é o caso de Alfredo Rodrigues, Artur Campos, Rui Marote, Duarte Gomes, Albino Encarnação e Élvio Fernandes. Noutro âmbito, destacam-se ainda os trabalhos especializados de João Pestana, Rui Camacho, Júlio Silva Castro, Manuel Martinho Nóbrega, Manuel Francisco, Diamantino de Jesus, Zé Diogo e o projeto artístico DDiarte.

A 13 de junho de 1979, o GRM decidiu comprar o recheio do estúdio da Photographia Vicente de forma a criar um museu, que abriu as portas a 22 de março de 1982. A Photographia – Museu “Vicente” apresenta um mundo de cenários, máquinas fotográficas, livros relativos às técnicas fotográficas, mobiliário de atelier e cerca de 400 mil negativos de entre 1870 e 1978. A 3 de agosto de 2004, o GRM adquiriu todo o imóvel Vicente, classificado como património de “valor cultural regional” pela Resolução n.º 78/91, de 24 de janeiro, alterada pela Portaria n.º 34/2004, de 1 de março, para a situação de “imóvel de interesse público”. Foi aí que funcionou o atelier fotográfico desde 19 março de 1866, guardando memórias significativas de madeirenses e de visitantes ilustres.

Com o tempo, o Museu foi adquirindo outras coleções, como as de Russel Manners Gordon; Aluízio Bettencourt (1838-?); João Francisco Camacho (1833-1898); Joaquim Augusto de Sousa (1853-1905); João António Bianchi (1862-1928), Visconde de Vale Paraíso; João Anacleto Rodrigues (1869-1948); Perestrellos Photographos, de Manuel Olim Perestrello; Alexander Lamont Henderson (1838-1907); Francisco João Barreto (1877-1934); Alberto Camacho Brandão (1884-1945); Álvaro Crawford Nascimento Figueira (1885-1967); Major Charles Courtnay Shaw (1878-1971); Augusto João Soares (?-1975), Foto Figueiras, casa fotográfica fundada em 1930 por António Gomes Figueira (1901-1980) e Joaquim Gomes Figueira (1912-1995), juntamente com Carlos Melim; Gino Romoli (1906-1982); Foto Arte, casa fotográfica criada em 1940 (?) por Juvenal Vera Cruz Correia (1905-1995); Foto Joaquim Figueira, de 1946, por Joaquim Gomes Figueira; Foto Sol, casa fotográfica de 1951 fundada por Consuelo Santos; Carlos Fotógrafo, casa fotográfica de Carlos Fernandes que surgiu em 1958; e Artur Campos.

Outros mais registaram em fotografia imagens da ilha para recordação ou para mostrar aos próximos. Muitos destes registos perderam-se, mas outros perduraram na História e permanecem na atualidade, na memória história. É o caso do castanheiro do sítio da Achada, na freguesia do Campanário, quinta do Conde de Carvalhal, fotografado por Ernesto Alves Pinto Correia (1895-1973).

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Alberto Vieira

(atualizado a 01.09.2016)