postais ilustrados

Bilhetes-Postais Ilustrados da Madeira e do Porto Santo

A origem dos postais como forma de comunicação alternativa à tradicional carta fechada remonta a 1865, quando, na Conferência Postal Internacional, o Conselheiro Superior dos Correios da Prússia propôs a criação da Carta Postal com franquia reduzida.

Foi, contudo, na vizinha Áustria, após estudos demonstrando o potencial deste novo tipo de correspondência aberta, que circularam os primeiro bilhetes-postais, quatro anos mais tarde, no dia 1 de Outubro de 1869.

Os primeiros bilhetes-postais eram extremamente simples: um lado com o selo impresso e linhas para o endereço. O lado oposto, totalmente em branco, destinado à missiva.

Em Portugal, o primeiro bilhete-postal foi emitido pelos Correios, a 1 de Janeiro de 1878, simultaneamente, no Continente e nas Ilhas Adjacentes, como se designavam os Açores e a Madeira, tarifado com a efígie de D. Luiz.

Foram os alemães que iniciaram a impressão de pequenas ilustrações nos cantos, do lado da mensagem, normalmente em forma de publicidade. Mais tarde, ainda no século XIX, a ilustração cresceu de modo a ocupar cada vez mais espaço do lado da mensagem. A disposição familiar, ou seja, com a mensagem e o endereço escritos no verso da ilustração, só foi autorizada em 1902, na Grã-Bretanha.

A evolução do bilhete-postal ilustrado, através de gravuras e, posteriormente, do uso da fotografia, foi um passo decisivo para a difusão maciça em todo o mundo.

Acontecimentos históricos, exposições e visitas de reis e rainhas e de personalidades de relevo passaram gradualmente a ser comemorados nos cartões-postais, ampliando a sua popularidade como difusor de imagens do quotidiano.

Apareceram, também, os populares gruss na Alemanha, com a expressão “gruss aus” que significa “recordações/saudações de”… seguido da designação da localidade, aplicada sobre a gravura alusiva. Para os viajantes e turistas, além da finalidade primeira de meio de comunicação expedito, o postal passou, a ser uma recordação barata, acessível e expressiva, fácil de transportar e conservar, e que permitia, facilmente, recordar a viagem e mostrar aos familiares e amigos os sítios e as belezas visitadas.

Na fase inicial os gruss eram impressos numa única cor, mas rapidamente passaram ao processo cromolitográfico, tendo começado a publicar-se postais multicolores, de beleza e qualidade assinaláveis.

Na primeira década do século XX o público podia comprar três tipos de postais: fotográfico real, fotográfico impresso e postal artístico desenhado. O fotográfico real é aquele em que a foto era revelada diretamente no papel fotográfico, cujo verso imita um postal. Enquanto o postal fotográfico real tinha pequenas tiragens, às vezes até um único exemplar, o impresso era feito em gráficas e geralmente com grandes tiragens.

A operacionalidade técnica da fotografia, estreitamente associada à exploração e disseminação das mais recônditas paragens conhecidas, através das ilustrações, tornará familiares paisagens, cidades e locais que até então eram praticamente desconhecidos do grande público.

O desenvolvimento de novos estilos de vida, que conduziram, por exemplo, ao crescimento das viagens e do turismo determinou novos mercados para o bilhete-postal ilustrado que representará, sobretudo na primeira metade do século XX, um relevante meio de comunicação e de memória documental.

Na Madeira, alguns dos principais fotógrafos, de pujança assinalável desde os primórdios da fotografia, iniciaram a edição de postais ilustrados no final do século XIX. Também as principais casas fotográficas se dedicaram à emissão de bilhetes-postais ilustrados, a par de algumas empresas estrangeiras e, ainda, de algumas casas comerciais.

Postais Ilustrdaos Fig 1
Fig.1 – Vista do Funchal a partir do jardim do Reid’s Hotel (A. Camacho Photographo, c. 1890)

Com edição própria de postais ilustrados considera-se que, na Madeira, os primeiros foram editados por Augusto Camacho, que estabelecera a sua casa fotográfica em 1882. Em 1889, Augusto Camacho obteve uma medalha de prata na Exposição Universal de Paris e, na última década do século XIX, passou a editar, também, postais ilustrados sobre a Madeira.

Postais Ilustrados Fig 2
Fig. 2 – Vista do Funchal a partir do comboio do Monte

Os primeiros bilhetes-postais ilustrados sobre a Madeira utilizavam, sobretudo, ilustrações sobre o Funchal, devido às características do mercado, em que os principais clientes eram, em conjunto com um turismo hoteleiro que dava os primeiros passos, principalmente os viajantes dos navios que demandavam o porto do Funchal nas suas rotas transatlânticas para as Américas e para África. Por isso, os postais ilustrados deste período, centravam-se, quase exclusivamente, em vistas do anfiteatro funchalense e de alguns marcos do Funchal como o porto, a zona ribeirinha, a Catedral, o Jardim Municipal, os monumentos principais e algumas ruas mais à mão para quem desembarcava na cidade, estendendo-se até ao Monte e Terreiro da Luta, destinos mais longínquos dos passageiros das escalas dos navios de passageiros.

Postais Ilustrados Fig 3
Fig. 3 – Corsa puxada por bois para transporte de carga, Pátio da Alfândega, Funchal
Postais Ilustrados Fig 4
Fig. 4 – Rede de transporte, Largo do Chafariz, Funchal

Existiam, também, os motivos típicos madeirenses, particularmente em meios de transportes locais, como a rede, o carro de cesto e, sobretudo, o carro de bois. Também através do bilhete-postal ilustrado até à primeira metade do século XX se podem relembrar profissões praticamente extintas, parte das quais estava centrada no movimento marítimo do porto do Funchal.

Particularmente as atividades ligadas aos navios de passageiros que faziam escala no porto do Funchal, fervilhante antes da II Guerra Mundial, foram motivo de muitos postais ilustrados.

Postais Ilustrados Fig 5
Fig. 5 – Canoa de bomboteiros transportando obras de vimes, Baía do Funchal
Postais Ilustrados Fig 6
Fig. 6 – Canoa de mergulho, Baía do Funchal

Os bomboteiros, os rapazes da “mergulhança”, o serviço de lanchas para o desembarque e embarque de passageiros, o abastecimento de carvão, de água e de víveres e o comércio de produtos e artefactos madeirenses, em particular os bordados, o vinho, os objetos feitos de vimes e os embutidos, que davam trabalho e eram o ganha-pão de muitos madeirenses.

Ainda, determinadas profissões para consumo interno, entretanto desaparecidas, como as lavadeiras, os leiteiros, o transporte de mercadorias por animais e pelos homens, entre outras, ocupavam uma significativa mão-de-obra e foram, também, retratadas em bilhetes-postais.

Postais Ilustrados Fig  7
Fig. 7 – Corsa transportando um carregamento de cana de açúcar, Largo de Antonio Nobre, c. 1908

O uso do traje regional, a partir dos anos 30, passou a ser obrigatório em determinadas profissões dirigidas para os visitantes, designadamente vendedores de artesanato madeirense, vendedoras de flores e condutores de carros de bois para passeios turísticos no Funchal, razão pela qual é frequente encontrarem-se postais com estes trajes específicos da Madeira.

O bilhete-postal ilustrado, desde praticamente as suas origens, para além de meio de correspondência mais “condensada” e barata, serviu também de veículo de publicidade, pois os agentes económicos rapidamente descobriram as suas potencialidades como transmissor de ideias promocionais. O postal ilustrado e publicitário foi, a par dos anúncios em jornais e revistas, dos meios mais utilizados na publicidade, até à afirmação decisiva da rádio e, posteriormente, da televisão e da internet, nos tempos atuais.

A Madeira não escapou à onda de publicidade por via do postal ilustrado. Os postais publicitários foram publicados localmente, sobretudo, por empresas hoteleiras, casinos e produtores e comerciantes de produtos regionais, principalmente bordados e vinhos.

Postais Ilustrados Fig 9
Fig. 8 – Decantação de vinho para as pipas, Postal publicitário
Postais Ilustrados
Fig. 10 – Postal publicitário desdobrável da autoria de Max Römer
Postais Ilustrados
Fig. 9 – Postal a fazer publicidade do Vinho Madeira Izidro

A Madeira, devido à influência britânica, cedo se posicionou como um dos destinos turísticos de relevo, praticamente desde os primórdios do turismo, na acepção moderna do termo, tendo sido criada uma primeira cadeia básica e mínima de transporte marítimo e de alojamento, que podemos datar em meados do século XIX. Nesta fase inicial os turistas alojavam-se em casas particulares, sobretudo em algumas quintas, situadas na periferia do Funchal, mas não muito distantes do centro da cidade.

Na segunda metade deste século, surgiram as primeiras unidades hoteleiras, iniciadas por William Reid, o pioneiro da hotelaria madeirense. A fama do clima e da paisagem madeirense espalhou-se e, sobretudo, o Funchal soube apetrechar-se para receber turistas alojados em unidades hoteleiras. Construíram-se hotéis muito confortáveis, alguns mesmo luxuosos, rodeados de belos jardins, que eram também uma imagem de marca da Madeira. Datam dos princípios do século XX os primeiros postais publicitários sobre estabelecimentos par hotéis, designadamente hoteleiros, alguns de grande qualidade estética e artística.

Postais Ilustrados Fig 12
Fig. 11 – Monte Palace Hotel

Também algumas companhias de navegação que demandavam o porto do Funchal, em viagens regulares ou de cruzeiro, na época áurea da navegação marítima, são responsáveis por um acervo muito interessante, no que concerne o postal publicitário e a Madeira.

Há, também, exemplos muito expressivos de publicidade institucional, como a promovida pela Delegação de Turismo da Madeira, pelo Grémio dos Bordados e pelo Grémio dos Exportadores de Frutas e Produtos Agrícolas, durante dos anos quarenta a sessenta do século XX, alguns dos quais ilustrativos da publicidade tipo Estado Novo.

Outra vertente importante da história do bilhete-postal ilustrado na Madeira está associada aos numerosos artistas que exprimiram através da pintura as suas leituras sobre a Madeira, amplamente retratada ao longo dos tempos, tendo alguns reproduzido em postais ilustrados parte das suas obras.

Max Römer, nascido em Hamburgo em 1878, escultor e pintor que viveu na Madeira, desde 1922 até ao seu falecimento em 1960, foi o mais prolífico dos artistas, tendo desenvolvido uma impressionante obra em desenho, aguarela, guache, óleo e pastel, estendendo a sua atividade à pintura em edifícios públicos, igrejas e casas particulares. Também, editou numerosos postais-ilustrados, alguns aguarelados, que ilustram a paisagem madeirense, em particular do Funchal, e produziu, ainda, um conjunto notável de postais publicitários destinados à promoção de unidades hoteleiras e de produtos regionais, sobretudo de bordados e de artesanato regional. O conjunto dos seus bilhetes-postais ilustrados constitui um significativo repositório na manutenção da memória da paisagem, costumes e atividades económicas do Arquipélago, em particular entre os anos 20 e 50 do século passado (Fig. 13).

Além de Max Römer, destacam-se os postais-ilustrados sobre a Madeira e Porto Santo pintados por Ella du Cane, Paolo Kutscha, Leo Gohl, Hans Bohrd, João Lemos Gomes (Melos), Carlos Luz e Fernando Lemos Gomes.

Durante o período inicial e no período de ouro do postal-ilustrado, nas primeiras décadas do século XX, alguns dos principais eventos na vida madeirense foram retratados através de postais ilustrados, que se assumiram como importante veículo de divulgação e de informação de interesse social.

Episódios relacionados com períodos conturbados de revoltas regionais, visitas de personalidades ilustres nacionais e estrangeiras, acontecimentos que alcançaram retumbância, pelo lado da tragédia ou da festa, pela singularidade dos acontecimentos, alguns eventos de índole religiosa e, ainda, assinaláveis efemérides desportivas ficaram impressos na memória das gentes e, também, em bilhetes-postais ilustrados.

Postais Ilustrados Fig 14
Fig. 12 – Zeppelin LZ 127 na Baía do Funchal, 1928

Apesar de, inicialmente, os bilhetes-postais ilustrados topográficos incidirem, fundamentalmente, no Funchal e arredores, foram paulatinamente dando a conhecer as localidades e paisagens da costa e dos vales encaixados e serranias do interior da Madeira.

Postais Ilustrados Fig 15
Fig. 13 – Montanhas do interior da Ilha da Madeira

Também, através do postal ilustrado se pode analisar a evolução no espaço e no tempo dos aglomerados e observar as alterações provocadas pelo devir histórico.

Postais Ilustrados
Fig. 14 – Jardim do Mar

O desenvolvimento da textura e da dimensão citadina do Funchal, mas, também, das outras localidades da Madeira, é facilmente observado através dos postais ilustrados, bem como as transformações mais notórias na fisionomia das paisagens madeirenses.

Particularmente fascinante é a observação das transformações do Funchal, em vistas de conjunto ou nos mais variados detalhes, das suas artérias ou do património edificado, na alteração dos costumes e em diversas outras vertentes, possível devido aos inúmeros olhares da cidade publicados, ao longo dos anos, que constituem um inestimável património para fruir ou analisar.

Postais Ilustrados Fig 17
Fig. 15 – Ribeira de Santa Luzia, Funchal

Apesar de relativamente pouco numerosos, os bilhetes-postais ilustrados do Porto Santo publicados nas primeiras décadas do século XX, constituem um acervo notável da paisagem física e humana desta comunidade, então, tão isolada e diferente da madeirense.

Despida de vegetação, a não ser o seu carapuço verde do Pico do Castelo, plantado em 1918-21, o ex libris desta ilha era, e continua a ser, a praia muito extensa e limpa de rochedos, atrativo que sempre seduziu forasteiros, é imagem recorrente nos bilhetes-postais sobre o Porto Santo.

Postais Ilustrados
Fig. 16 – Desembarque na praia do Porto Santo

A aridez da ilha, onde sopra vento com regularidade, conjugada com a escassez de água, determinou a construção dos típicos moinhos giratórios de vento para a moenda de cereais, uma recordação de há mais de quatro décadas são, também, dos elementos da paisagem portosantense mais constantes nos postais-ilustrados da ilha.

Postais Ilustrados Fig 19
Fig. 17 – Vista da baía do Porto Santo

A arquitetura popular do Porto Santo pode ser observada nalguns bilhetes-postais, particularmente em casas térreas antigas, cobertas por “salão”, argila expansiva de tipo bentonítico, substituto da telha, que assegurava conforto térmico no interior das habitações.

Postais Ilustrados Fig 20
Fig. 18 – Casas de Salão, Porto Santo

Diga-se, ainda que, como o Porto Santo era, no Verão, destino de férias de alguns madeirenses, os postais-ilustrados eram usados para enviar à família e para recordar as férias Nesse âmbito, os bilhetes-postais ilustrados retratam, também, os meios de transporte marítimo, particularmente os “carreireiros que asseguravam as ligações com a Madeira, em viagens hoje impensáveis, os desembarques épicos das pessoas às cavalitas de homens que as carregavam dos barcos até à zona seca da praia e, ainda, os tradicionais passeios em burros com os veraneantes, bem com as cenas do usufruto da praia, às vezes de fato, gravata e chapéu!

A edição de bilhetes-postais ilustrados, cuja época dourada, como já se referiu, ocorreu nas primeiras décadas do século XX, foi-se transformando e adaptando. Por exemplo, no aspecto gráfico, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, em que os postais passaram a ser, dominantemente, ilustrados por fotografias coloridas complementadas, por vezes, com grafismos diversos, alguns de bastante mau gosto, sobretudo associados ao turismo massificado para destinos de praia e sol, que também se fez notar nalgumas, felizmente raras, edições de postais-ilustrados sobre a Madeira.

Mais recentemente, as novas formas de comunicação, através sobretudo dos telemóveis portáteis e da internet, conjugadas com a acessibilidade da captação de imagens por meio de aparelhos fotográficos digitais de qualidade, e de dimensões reduzidas, têm catalisado transformações enormes, também no que concerne ao papel do postal-ilustrado como forma de comunicação expedita e ilustrativa, sobretudo como recordação de sítios visitados em viagens, designadamente em viagens turísticas.

Este inelutável caminho é ilustrado pelas acentuadas reduções das emissões dos postais ilustrados na Madeira para menos de um terço de tiragens anteriores, apesar do acentuado aumento do número de visitantes. No entanto, a simplicidade do conceito do bilhete-postal, o seu baixo custo e o desejo de conservação e de posse que continua a suscitar, permitem antever uma possível continuidade em novas vertentes como, por exemplo, inovando na conceção artística das fotografias, explorando áreas temáticas inacessíveis à maioria das pessoas e divulgando imagens de museus ou exposições onde existe a proibição de fazer fotografias.

Editores de Bilhetes-Postais Identificados

Fotógrafos, Casas Fotográficas e Principais Editores

Augusto Camacho; M.O.P. – Manoel Olim Perestrello/ Perestrello/Foto Prestrellos/Perestrelos; Vicentes; Athen & Haupt., Hamburg; C.M.& S. ; Raphael Tuck& Son; Maison Blanche; Bazar do Povo; Figueira&Melim; Foto Figueiras; Joaquim Figueira; Gino Romoli; Heino Schmidt; Casa Londrina; Foto Moderna; João Pestana; Hans Huber; Francisco Ribeiro; Bernardino Carvão.

Institucionais

Delegação de Turismo da Madeira; Grémio dos Exportadores de Frutas e Produtos Hortícolas da Ilha da Madeira; Grémio dos Industriais de Bordados da Madeira; Direção Regional de Assuntos Culturais.

Publicitários

Reid’s Hotel; Companhia Vinícola da Madeira, Limitada; Cossart Gordon& Co.; Madeira Izidro; Madeira House “ Embroidery”; Teixeiras- Bordados; Africa House;

Companhias de Navegação Marítima

Hamburg-Amerika Linie; Norddeutscher Lloyd; Hambur-Sudamreikanische Linie; Compagnie Maritime Belge; Compagnie Cyprien Fabre; Greek Line; KNSM – Konninkijke Nederlandsche Stoomboot Mastschappij, N.V.; Canadian Pacific Line; Lloyd Sabaudo; Gdynia-America Line; Companhia Nacional de Navegação; Royal Mail Lines; Union-Castle Line; Red Star Line; Booth Line ; Cunard Line;

Pintores

Ella du Cane; Paolo Kutscha; Max Römer; Leo Gohl; Hans Bohrd; João Lemos Gomes (Melos); Carlos Luz; Fernando Lemos Gomes; Kenneth Shoesmith;

Bibliog.: CARRASCO, Martín M., Las Tarjetas Postales Ilustradas de España Circuladas en el Siglo XIX, Edifil, 2004; LAMAS, José da Cunha, Bilhetes-Postais de Portugal e Ilhas Adjacentes, Serviços Culturais dos C.T.T., 1952; MENDES, José M. Melim, Memórias do Funchal. O Bilhete-Postal Ilustrado até à Primeira Metade do Século XX., Edição do Autor, 2007; PASSOS, José M. Silva, O Bilhete-Postal Ilustrado e a História Urbana do Arquipélago da Madeira, Caminho, 1998; STAFF, Frank, The Picture Postcards & Its Origins, Lutterworth Press, 1966; TEIXIDOR, Carlos C., La Fotografia en Canarias y Madeira, 2ª ed., Edição do Autor, 1999.

José Manuel Melim Mendes

(atualizado a 21.10.2016)