revistas sobre arte

Até meados do séc. XX não existiu nenhuma publicação periódica consagrada exclusivamente às artes na Madeira. Nos anos 30, publicações como a Ilustração Madeirense integraram assuntos artísticos, mas foi depois, nos anos 50, com Das Artes e da História da Madeira que a Ilha teve uma revista de vocação cultural e regional, onde a arte ganhou destaque, embora de conteúdo muito ligado ao património sacro. Os anos 60 viram surgir o Comércio do Funchal, que integrou a arte moderna, local, nacional e internacional no posicionamento pedagógico e crítico que caracterizou este jornal. Mas foi com a criação do Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira, em 1977 e com a publicação do seu Espaço-Arte que se passou a poder falar de uma revista de artes plásticas na Ilha, sendo essa atenta aos problemas da arte moderna e contemporânea, apesar do seu cunho de divulgação escolar. Outras publicações, como a revista Atlântico e, mais recentemente, a Islenha, cumprem um papel importante na divulgação de estudos académicos sobre questões de cultura, onde a arte tem lugar de destaque.

Palavras-chave: arte; artes plásticas; publicações periódicas; imprensa; cultura.

No séc. XIX assistiu-se, na Madeira, ao aparecimento de um grande número de periódicos, alguns de muito curta duração. Na sua maioria de vocação política ou religiosa, estas publicações davam conta de acontecimentos sociais diversos e onde se incluíam, por vezes, notícias sobre peças de teatro, concertos ou bailes. No âmbito cultural, alguns continham artigos votados à literatura e só muito raramente às artes visuais. São exemplo, entre outros, o semanário A Estrella Litteraria (1874), A Aurora Liberal (1876), A Gazeta da Madeira (1866), A Grinalda Madeirense (1880), O Recreio, revista quinzenal dos alunos do liceu, e O Monóculo, entre outras.

Nas primeiras décadas do séc. XX, o ambiente de consciência regionalista associado às tertúlias do Café Golden Gate, fez nascer vários periódicos que defendiam os valores insulares, mas nos quais a arte nunca teve um lugar preponderante. Destacamos o Heraldo da Madeira (1904 a 1915) e o Diário da Madeira, os quais tiveram algum protagonismo na dinamização cultural da sua época. Neste último, existiu uma secção denominada “momento artístico”, ainda que pouco regular, porque dependente dos raros acontecimentos que surgiam nesse campo.

Nos anos 30, sobressai a iniciativa do Visconde do Porto da Cruz, que lançou, em 1929, a revista trimestral Ilustração Madeirense – Revista de Propaganda e Turismo, ligada, como o nome indica, à promoção turística da Ilha no exterior, tendo sido, por isso, uma edição trilíngue (em português, inglês e francês). Inovadora para a sua época no contexto regional, a revista possuía capa a cores e um interior de boa qualidade, recorrendo a um número avultado de ilustrações e fotografias. As duas primeiras capas foram assinadas por Roberto Cunha, logo em 1929, e seria Max Römer a assinar as capas de 1930 e 1931. A partir de 1932, as ilustrações para a capa foram substituídas por fotografias com vistas da Madeira.

Contudo, e enquanto assunto, a arte ficou limitada a apontamentos acerca do património edificado, de que são exemplo as referências aos monumentos de Francisco Franco e ao Monumento da Paz. Para além destas, apenas se encontra: no n.º 1, um breve apontamento biográfico de Alfredo Miguéis, com reprodução da pintura intitulada Sarilhando; no n.º 4, uma reprodução de outra aguarela de A. Miguéis e um desenho a carvão de “Gil”, assim como duas caricaturas do madeirense Teixeira Cabral, uma pintura de Alberto de Sousa e um desenho de Sousa Machado; no n.º 6, um artigo intitulado “As Artes na Madeira” que mostra uma aguarela, Capela da Roferta (sic), de Maria B. da Costa Campos Soares.

Com o avançar do século, e durante o regime salazarista, o panorama da imprensa local pautou-se pelo aparecimento de algumas publicações culturais de pendor literário que contribuíram para a divulgação dos autores locais. Entre estas, destacamos a Arquipélago, compilação de textos publicada pelo Eco do Funchal, em 1946 e 1952; o Areópago, em 1952; e o caderno literário Búzio, de 1956, editado por António Aragão, também responsável pela capa e ilustrações, e onde encontramos um artigo sobre artes plásticas de José Escada.

A Revista das Artes e da História da Madeira, dirigida por Luiz Peter Clode e propriedade da Sociedade de Concertos da Madeira, constituiu a única publicação periódica especializada em cultura, arte e história madeirense durante as décs. de 50, 60 e 70. Com este título, a publicação pré-existira como suplemento d’O Jornal, nos anos 1948 e 1949; tendo sido lançado o primeiro número, enquanto revista autónoma, em 1950. Nos seus 21 anos de existência (1950-1971) a temática histórica foi predominante, como demonstram as secções regulares desta revista, com títulos como “Genealogias Madeirenses”, “Curiosidades do Passado” e “Coisas Velhas que os Novos não Sabem”, entre outros.

Uma pequena secção de “atualidades” dava conta dos escassos acontecimentos artísticos que aportavam ao Funchal, na sua maioria, concertos organizados pela sociedade proprietária da revista. Esta secção dedicou-se, só muito pontualmente, às artes visuais, noticiando apenas uma exposição da pintora Bryce Nair e uma outra de esculturas religiosas, e publicando apontamentos sobre o escultor Francisco Franco e o fotógrafo Joaquim Augusto de Sousa.

Na sua grande maioria, os artigos sobre arte estiveram sempre associados ao contexto religioso. Acompanhando a formação do Museu de Arte Sacra do Funchal (MASF), os textos nela publicados contribuíram para a sistematização e divulgação desse rico património, como foi o caso do escrito por Manuel Cayola Zagalo, em 1955. Ainda no contexto religioso, o Cón. Fulgêncio de Andrade abordou temas ligados à ourivesaria sacra, a relação da Igreja com a arte e outros assuntos de património. Os padres Eduardo C. N. Pereira e Manuel Juvenal Pita Ferreira trataram de arte religiosa, no geral e de ourivesaria sacra, em particular. Um outro escritor, que assinou S. A., publicou artigos sobre os problemas da arte religiosa, dos quais é exemplo “O Sacerdote e o Artista”, de 1952.

Luiz Peter Clode escreveu um número considerável de artigos para a revista que dirigiu; sobre arte, destacamos um acerca do pintor Nicolau Ferreira e dois sobre porcelanas existentes em coleções da Madeira. Por outro lado, Luiza Clode debruçou-se sobre a iconografia mariana e o cadeirado da sé. Para além da arte religiosa, outros temas do património artístico da Madeira foram abordados por Elmano Vieira, que escreveu sobre as gravuras do séc. XIX, e por João Maria Henriques, que discursou sobre o mobiliário e a coleção de cadeiras do Museu Quinta das Cruzes.

Sob um ponto de vista mais teórico e reflexivo, foram publicados textos de Vasco Lucena, professor da Academia de Música e Belas-Artes da Madeira, sobre estética e moda, estética e urbanismo, escultura, arte e natureza e sobre o ensino da pintura e escultura na Ilha. João Óscar Ribeiro Pereira e César Pestana também se dedicaram à reflexão teórica sobre a criação artística, desenvolvendo temas como a arte e o conceito de belo, teorias de espaço e volume, e arte da antiguidade clássica. Por fim, o arquiteto Raul Lino discursou sobre a ideia da “casa madeirense”. Para além de um texto sobre arte barroca e outro sobre cultura madeirense, o professor e camonista Emanuel Paulo Ramos foi um dos poucos investigadores que escreveu sobre arte contemporânea, no ano de 1963. Nesta senda da modernidade, apenas Jorge Marques da Silva publicaria um artigo sobre a presença itinerante da coleção Rolf Stenersen na Madeira, em 1971. Nos últimos anos, a revista Das Artes e da História da Madeira passou a ser editada anualmente — no início fora bimensal — até cessar a publicação, como se disse, em 1971.

Para além desta revista, algumas iniciativas continuariam a privilegiar sobretudo a literatura, apenas abordando as artes visuais esporadicamente e de modo indireto. A registar, neste campo, o semanário Eco do Funchal que editou suplementos culturais (1962-1977) e pequenas tiragens de obras de autores madeirenses; e o suplemento do Jornal da Madeira intitulado Poesia 2000 (1971-1976), coordenado por José António Gonçalves.

Ainda neste período, e apesar de também não ser uma revista de arte, merece ser assinalado o papel do semanário Comércio do Funchal (CF). O CF ou “jornal cor-de-rosa”, como ficou conhecido, foi criado em 1966, sob a direção de Vicente Jorge Silva, contribuindo sobremaneira na formação da opinião pública da Madeira e do país, durante o período da primavera marcelista. Para além da inédita crítica social, económica e política, este periódico deu grande destaque à cultura, à educação e às artes, no geral, através de extensas reportagens e inquéritos. Foram publicados diversos artigos de opinião e notícias sobre arte moderna e contemporânea, adotando uma postura claramente contrastante com a vocação mais tradicional e histórica da revista Das Artes e da História da Madeira.

Contudo, até aos finais dos anos 70, as publicações inteiramente dedicadas à arte, e mais especificamente às artes visuais, primaram pela ausência. A nível nacional, o panorama não era alentador: existiam apenas duas publicações especialmente dedicadas às questões artísticas, Colóquio Artes e Jornal de Letras e Artes, com padrões de qualidade e continuidade dignos de registo.

Foi a criação do Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira (ISAPM), em 1977, que permitiu concretizar a existência de uma revista sobre arte na Região. Espaço-Arte foi publicada entre 1977 e 1995, sob responsabilidade daquela instituição de ensino artístico. No início, esta revista/boletim tinha caráter anual, passando a ser publicada semestralmente a partir de 1986, com uma tiragem 250 exemplares. A direção esteve a cargo de António Gorjão e Maurício Fernandes, que partilharam em simultâneo ou, sucessivamente, o cargo. Do conselho redatorial fizeram parte os anteriores, assim como Idalina Sardinha e Guilhermina da Luz. A publicação era impressa na reprografia do ISPAM, a preto e branco, e o design da capa esteve a cargo de Maurício Fernandes, tendo tido colaborações pontuais de Guilhermina da Luz, Celso Caires e alguns alunos do curso de design. Em 1988, o seu aspeto exterior (capa e contracapa, agora a cores) foi redesenhado e, a partir de 1989, passou a ser impressa pela editora Eco do Funchal. Em 1992, também o seu interior passou a conter páginas a cores.

O Espaço-Arte foi o veículo privilegiado para publicar artigos pedagógicos, críticos e de reflexão, da autoria de docentes, alunos e convidados externos, assim como inquéritos, relatórios de atividades da escola, e textos das comunicações que integravam as Jornadas Anuais do ISAPM. De entre os docentes que participaram com textos, salientamos os seguintes autores: Idalina Sardinha, que abordou a arte contemporânea e a realidade artística madeirense, através de comentários a exposições e reflexões de caráter teórico; Jorge Marques da Silva e Anjos Teixeira, que contribuíram com sistematizações históricas acerca do ensino das artes na Madeira; Evangelina Sirgado de Sousa, que publicou acerca da sua pesquisa no domínio da arte por computador, atividade pioneira a nível nacional; e Isabel Santa Clara, que refletiu sobre o ensino artístico e comentou exposições de artes plásticas.

Mais foi sobretudo António Gorjão, presidente do ISAPM, quem mais publicou, tendo produzido um vasto conjunto de textos de caráter institucional, mas também de valor académico, dos quais se destacam: diversos artigos de reflexão acerca da situação das escolas de arte a nível nacional; comentários de caráter crítico aos problemas da cultura na Madeira e do associativismo artístico; ensaios de análise semiológica a obras de artistas madeirenses; defesa da integração do ISAPM no ensino universitário e reflexões acerca da ideia de criação de um instituto universitário na Região; entre outros documentos, de sistematização e estatística e que hoje se revelam importantes testemunhos da dinâmica das artes locais na altura.

Aberta a contributos externos, a revista publicou artigos de artistas e investigadores locais, tais como como António Ribeiro Marques da Silva, António Aragão, António Vasconcelos (Nelos), José de Sainz-Trueva, Teresa Brazão Câmara, José Manuel Pimenta e Irene Lucília. Para além da escrita, a revista também publicou com frequência inúmeras reproduções de desenho, pintura, banda desenhada e fotografia de artistas, tais como, Élia Pimenta, Rita Rodrigues, Teresa Jardim, Lígia Gontardo, Ana Luísa Sousa, Domingas Pita, Luís Filipe Vasconcelos, Nelos, Celso Caires e Maurício Fernandes.

Ao lado da Espaço-Arte foram surgindo revistas mais generalistas, no campo da cultura insular, que cumpriram, e ainda cumprem, um importante papel na divulgação da investigação no âmbito da arte, direta ou indiretamente relacionada com a Madeira.

Foi disso exemplo a efémera revista Atlântico, que fora lançada em 1985, sob a direção de António E. F. Loja, e publicada até 1989, com uma periodicidade quadrimestral, tendo lançado 20 números. A maior parte dos artigos sobre artes visuais foi, sem surpresa, dedicada a Francisco Franco e à sua obra no Funchal. Foram, num total de cinco, assinados por Armando de Lucena, João Couto, Maurício Fernandes, António Montês e Francisco Clode de Sousa. Sobre este escultor foram também republicados dois textos da autoria de Diogo de Macedo, já falecido na altura. Outros artistas do passado, como Max Römer e Andrew Picken foram estudados em artigos de Eberhard Axel Wilhelm e Rui Carita.

Ainda no contexto da história da arte na Madeira, foram dados contributos por Luiza Clode, sobre pintura flamenga na Madeira e por João Lizardo, com vários textos sobre arte renascentista e mudéjar. José de Sainz-Trueva escreveu sobre arte decorativa e sobre o património artístico de algumas quintas e solares da Madeira, e Teresa Brazão Câmara publicou sobre artesanato e mobiliário madeirense, entre outros temas. A arquitetura na Região e algumas técnicas alternativas de construção arquitetónica foram abordadas por Marcelo Costa. Celso Caíres discorreu sobre a história das técnicas fotográficas e Jorge Marques da Silva escreveu acerca da arte naïf e da arte por computador. Outros autores abordaram a sua própria obra artística, como foi o caso de Lourdes Castro e Manuel Zimbro.

Por outro lado, a Islenha é uma revista que, tendo sido criada em 1987 pela Direção Regional dos Assuntos Culturais (DRAC), se encontra ativa na atualidade. Publicada semestralmente, em julho e dezembro, tem uma vocação cultural e regional semelhante à anteriormente referida. Ao longo dos anos, contou com três diretores: Nelson Veríssimo (primeira série, n.º 1 a n.º 30); Jorge Pestana (segunda série, n.º 32 a n.º 41); e Marcelino de Castro (terceira série, a partir do n.º 42).

O espaço reservado às artes é proporcional ao dedicado a outros assuntos culturais abordados pela revista. Destacam-se os autores que nela publicaram artigos ou recensões sobre temas ligados às artes visuais: Bernardete Barros, Celso Caires, Rui Carita, Pedro Clode, Marcelo Costa, Higino Faria, Fátima Pitta Dionísio, Filipa Fernandes, Maurício Fernandes, José-Augusto França, Paulo de Freitas, João Lizardo, Guilhermina da Luz, Vítor Magalhães, Francisco Martins, A. Matos campos, José de Sainz-Trueva, Isabel Santa Clara, Rita Rodrigues, Cristina Trindade, Idalina Sardinha, Luís de Moura Sobral, Élvio Melim de Sousa, Francisco Clode de Sousa, Cristina Trindade, Jorge Trindade, António Manuel C. Viana, Eberhard Axel Wilhelm e Carlos Valente.

Nesta revista verifica-se, como em casos anteriores, o predomínio de estudos dedicados ao rico espólio de arte religiosa, mormente de origem ou influência flamenga, patente no MASF, e de que são exemplo os dedicados ao pintor Ian Gossaert (Mabuse) e à pintura de N.ª Sr.ª do Amparo. Mas também ensaios comparativos sobre a arte flamenga nos arquipélagos dos Açores, Madeira e Canárias, e ainda pintura religiosa dos sécs. XVI e XVII pertencentes à Fundação Berardo. Alguns artigos estudam espaços religiosos específicos, como a capela de N.ª Sr.ª da Nazaré em Câmara de Lobos e o respetivo retábulo, a igreja de S. Bento da Ribeira Brava, a capela da Lombada dos Esmeraldos e a igreja matriz de Santa Cruz.

Sobre outros museus, e as suas coleções, foram publicados estudos, nomeadamente sobre: a Casa-Museu Frederico de Freitas; as pinturas de Tomás da Anunciação; a coleção Carl Passavant; as coleções do Museu Anjos Teixeira (Sintra); as coleções de José Manuel Berardo; e ainda sobre os postais e quadros de temática madeirense, disseminados pelo mundo. A revista publicou vários ensaios sobre pintores e escultores de origem alemã ativos no séc. XIX, de que são exemplo: Wilhelm Georg Ritter; o escultor austríaco Joseph Füller, o pintor Ernst Fritz Klaucke, e Egon von der Wehl. Já do séc. XX, destacamos dois artigos e uma recensão, dedicados a Max Römer. No campo da escultura, alguns investigadores discorreram sobre Francisco Franco, Ricardo Velosa, Amândio de Sousa e Pedro Augusto dos Anjos Teixeira.

Quanto à arte contemporânea, publicou-se a propósito de artistas portugueses que passaram pela Região, como foi o caso de Alberto Carneiro e de António Areal; também se publicaram artigos sobre a pintora Martha Telles. Outros autores dedicaram-se a artistas particulares no domínio da arte naïf, como Encarnação Baptista. Outras linguagens, mais votadas ao domínio das artes decorativas, mereceram destaque, tais como a tapeçaria, a azulejaria e os tetos armoriados. Também se escreveu sobre o design na Madeira, com temas como a iluminação pública e os letreiros pintados das casas comerciais.

A Islenha constitui, em 2015, a única publicação local em formato papel com vocação cultural e artística. Houve iniciativas pontuais no campo da publicação estudantil, associada aos cursos de arte e design da Universidade da Madeira, porém sem duração. Na vertente digital, e apesar de inúmeras páginas dedicadas à cultura e às artes regionais, não existe, a meio da segunda década do séc. XXI, uma publicação online com essa orientação específica.

Para concluir, deve ser feita uma referência especial, apesar do seu pendor generalista, ao papel desempenhado pela imprensa diária, nomeadamente pelo Diário de Notícias, com rubricas como “Das Artes e da História”, “Património Regional” e “Passos na Calçada”, assim como pelo Jornal da Madeira e o Tribuna. Estes periódicos, grosso modo, têm promovido e coberto os principais acontecimentos artísticos da Região, tais como exposições, encontros, festivais ou inaugurações, através de reportagens de fundo, artigos biográficos e entrevistas, quer nas suas páginas dedicadas à cultura, quer nos seus suplementos/revistas.

Bibliog. impressa: Atlântico: Revista de Temas Culturais, Funchal, A.E.F.L., 20 n.os, 1985-1989; Das Artes e da História da Madeira: Revista de Cultura da Sociedade de Concertos da Madeira, Funchal, Sociedade de Concertos da Madeira, 8 vols., 1950- 1971; Espaço-Arte: Revista Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira, Funchal, ISAPM/Eco do Funchal, 26 n.os, 1977-1995; Islenha: Temas Culturais das Sociedades Insulares Atlânticas, Funchal, DRAC, 42 n.os, 1987-2015; NEPOMUCENO, Rui, A Revista das Artes e da História da Madeira, Funchal, O Liberal, 2013; VALENTE, António Carlos Jardim, As Artes Plásticas na Madeira (1910-1990). Conjunturas, Factos e Protagonistas do Panorama Artístico Regional no Século XX, Dissertação de Mestrado em História da Arte apresentada à UMa, Funchal, texto policopiado, 1999.

Carlos Valente

(atualizado a 13.09.2016)