trinidad y tobago

As crises agrícolas, o sistema de colónia vigente na ilha da Madeira, o excesso demográfico, a Guerra Civil entre 1820-1834, e um recrutamento militar obrigatório sem precedentes, afetaram o quotidiano dos madeirenses. Também a indústria do vinho, âncora da economia de exportação vinícola insular, entrou em declínio na segunda metade do séc. XIX, originando graves crises de subsistência. Todo este panorama contribuiu para uma onda emigratória dos insulares madeirenses.

"Mapa da Ilha de Trinidad,1809, " - Fonte : BESSON, Gerard, BRERETON, Bridget, The Book of Trinidad, Port-of-Spain, Paria Publishing, 1992.
“Mapa da Ilha de Trinidad, 1809, ” – Fonte : BESSON, Gerard, BRERETON, Bridget, The Book of Trinidad, Port-of-Spain, Paria Publishing, 1992.

Na ilha existia uma colónia de mercadores ingleses e a ínsula era um importante interposto comercial britânico, nas rotas atlânticas das embarcações para as Índias Ocidentais. Na sequência da crise de mão-de-obra nas Antilhas Britânicas, com as proprietários a procurarem colonos para substituírem os antigos escravos, emancipados em 1834, os madeirenses eram vistos como bons candidatos, descritos como excelentes trabalhadores e artífices competentes. Surgiu, desde cedo, um sistema de aliciamento dos ilhéus para as plantações inglesas do Caribe. Em 1834-35 ocorreram as primeiras levas para a Ilha de Trinidad, viagens garantidas pelo armador João de Freitas Martins e financiadas pelos proprietários da possessão inglesa. Entre 1834-47 saiu o maior número de madeirenses, em toda a centúria oitocentista.

"Porto de Port-of-Spain - Trinidad - 1904" - Fonte : BESSON, Gerard, BRERETON, Bridget, The Book of Trinidad, Port-of-Spain, Paria Publishing, 1992, pág. 7.
“Porto de Port-of-Spain – Trinidad – 1904” – Fonte : BESSON, Gerard, BRERETON, Bridget, The Book of Trinidad, Port-of-Spain, Paria Publishing, 1992, pág. 7.
FAROL
Pontão do Farol, Port-of-Spain, Trinidad

Em 1834 chegaram os primeiros emigrantes madeirenses a Trinidad, vindos da Madeira e da ilha açoriana do Faial. A experiência madeirense na ilha de Trinidad começará nos primeiros meses de 1834. Assim, a 20 de julho de 1834, chegava o Watchful, com quarenta e quatro açorianos, que também desembarcariam em Las Cuevas, a norte da ilha. Mais tarde, a 31 de outubro de 1834, saíam do Faial mais vinte e oito açorianos, homens, mulheres e crianças.

O primeiro registo oficial madeirense da saída de vinte e oito insulares para a ilha de Trinidad, vinte e cinco homens e três mulheres, informação devidamente registada num mapa documentativo do número de pessoas que haviam emigrado legalmente a 12 de novembro de 1834. Estes emigrantes madeirenses saíram na Galera Inglesa Stralhista. Registava-se os vinte e oito nomes dos passageiros, neste caso, especificando-se também a sua localidade. Para sermos mais precisos, partiram vinte e dois homens, três mulheres e três rapazes menores. Na sua maioria, eram das freguesias do Funchal, mas também de outras localidades como Machico, Santa Cruz, Calheta e Porto Santo.

Frederick Street
Frederick Street

No Arquivo Regional da Madeira, nos Registos Notariais, Livro n.º 3224, f. 54-55v.º., preserva-se um contrato datado de 23 de novembro de 1834, «Obrigação que fazem os prezos da cadêa a Thomaz Reynoldes», entre um grupo de dezasseis madeirenses, e o dito capitão da Galera Inglesa “Eweretta”, representante do grande proprietário da ilha de Trindade, William Burnley, dono de várias plantações, Presidente da Associação de Agricultura e Emigração na colónia Britânica.

O contrato foi celebrado com a presença do contratante, capitão Thomas Reynoldes e os dezasseis madeirenses contratados, oriundos de várias freguesias da ilha da Madeira. O grupo era composto por catorze homens e duas mulheres, que ali confirmavam e assinavam conhecerem e aceitarem as condições de transporte e de trabalho na colónia britânica.

: "Naufrágio do Brigue Freitas e Irmão, 1871 (Quadro patente na Sacristia da Igreja do Monte)" - Fonte : Foto da coleção privada do fotógrafo Rui Camacho.
“Naufrágio do Brigue Freitas e Irmão, 1871 (Quadro patente na Sacristia da Igreja do Monte)” – Fonte : Foto da coleção privada do fotógrafo Rui Camacho.

Todos estes contratados tinham algo em comum, estavam presos na cadeia no Funchal. No entanto, “livres” naquele dia, assinavam um contrato de serviços para o estrangeiro. Outorgava o contrato o recém-nomeado Juiz de Fora Doutor Daniel de Ornellas e Vasconcellos, assinava o documento e transmitia aos dezasseis presos, agora bafejados pela liberdade.

SANTA CRUZ VALLEY TRINIDAD
Santa Cruz Valley – Trinidad

A intervenção e atitude do Doutor Daniel de Ornellas e Vasconcellos eram singulares. Fora nomeado para o cargo de Juiz de Fora a 13 de outubro de 1834. Um mês depois autorizava o contrato e apresentava aos detidos, agora emigrantes legais, as vantagens de tal locação no estrangeiro. Estes presos, que se tornaram emigrantes, nunca foram contabilizados, nem mencionados nos registos oficiais do Governo Civil. A bem da verdade histórica, em 1834, partiram quarenta emigrantes para a Trinidad, vinte e oito na Galera Inglesa Stralhista, segundo o registo do Governo Civil, mas também dezasseis madeirenses na Galera Inglesa Eweretta, que foram amnistiados e soltos da cadeia do Funchal, e partiram para Trinidad.

Parque Queen´s Savannah
Parque Queen´s Savannah

Este contrato levanta algumas questões, bem como não podemos olvidar a altura e as circunstâncias em que é feito. A celebração de um contrato de serviços para o estrangeiro com um grupo de presos não seria comum. O contrato era realizado num período único, poucos meses depois da instauração do liberalismo na Madeira, depois de profundas lutas políticas, entre liberais e absolutistas. Seria este contrato uma espécie de degredo para homens e mulheres que escolheram o local errado da barricada nessas lutas? Um degredo para uma colónia britânica nas Índias Ocidentais, para o estrangeiro, para Trinidad, era caso único.

No ano seguinte, a 11 de fevereiro de 1835, trinta e duas pessoas obtiveram passaporte para a Ilha de Trinidad, viajando na barca Inglesa Portland. Eram trinta e dois passageiros, vinte e nove homens, e três mulheres. Assim, na década 30 do séc. XIX, saíram da ilha da Madeira setenta e seis emigrantes para Trinidad.

Na década de 40 acontecerá a maior saída de sempre de Madeirenses para a ilha de Trinidad, na sequência de um plano inglês de recrutamento de emigrantes. No que diz respeito ao processo de angariação, desencadeado pelo governo colonial britânico, foram utilizadas várias embarcações no transporte dos madeirenses. A 16 de abril de 1846, zarpou do Funchal a Galera Inglesa Senator, com 222 colonos madeirenses, havendo 50 menores nesse grupo. Aportaram a 9 de maio na ilha de Trinidad. Meses mais tarde, a Galera inglesa William of Glasgow saiu a 23 de agosto de 1846, com 199 trabalhadores madeirenses, e chegou a Trinidad a 16 de setembro. Seguiu-se o Lord Seaton, que saiu a 19 de setembro, levando 190 madeirenses, dos quais 12 eram menores. O brigue Peru chegava a 8 de novembro a Trinidad, com 160 insulares. A barca inglesa Dalhousie, com 208 colonos, partiu a 17 de outubro, e chegou a 13 de novembro de 1846. No ano seguinte, em novembro de 1847, regressava a barca Dalhousie, desta vez com 267 trabalhadores madeirenses. Como podemos constatar, nestas levas dos barcos, emigraram 1246 madeirenses para Trinidad.

 "ARM, Periódico, O Defensor, 29.08-1846" - Fonte : Arquivo Regional da Madeira, Periódico, O Defensor, 29-08-1846
“ARM, Periódico, O Defensor, 29.08-1846″ – Fonte : Arquivo Regional da Madeira, Periódico, O Defensor, 29-08-1846
"ARM, Periódico, O Defensor, 17-10-1846" - Fonte : Arquivo Regional da Madeira, Periódico, O Defensor, 17-10-1846.
“ARM, Periódico, O Defensor, 17-10-1846″ – Fonte : Arquivo Regional da Madeira, Periódico, O Defensor, 17-10-1846.

 

 

 

No início do séc. XIX, a par de uma forte crise económica e social na ilha da Madeira, a situação foi agravada pela tensão religiosa resultante do surgimento dum grupo de convertidos presbiterianos numa ilha tradicionalmente católica. O plano inglês de angariação de emigrantes madeirenses coincidirá com os incidentes que tiveram lugar na ilha, envolvendo Robert Reid Kalley e os seus seguidores, uma odisseia de Kalley que começou na Madeira, de onde viria a sair disfarçado, perante a ira dos madeirenses, com destino a Trinidad.

Duas vagas de madeirenses emigraram para a Trinidad a partir de 1846, e por razões muito diferentes. Até certo ponto, ambos os grupos eram refugiados – um grupo composto de camponeses, vitimados pela ruína da economia madeirense, e o outro composto por protestantes fugindo à perseguição religiosa.

Corte e transporte de cana de açúcar
Corte e transporte de cana de açúcar

As condições nas fazendas de cana-de-açúcar em Trinidad, sob o intenso sol tropical, revelaram-se esmagadoras para os portugueses. Muitos faleceram e outros mudaram-se para as fazendas de cacau, mais protegidas, ao passo que outros abandonaram definitivamente este tipo de trabalho braçal, e viraram-se para o mundo do comércio lojista. A lei não obrigou os portugueses a permanecerem sob contrato. Do ponto de vista da Trinidad, a Madeira não constituiu uma fonte viável da mão-de-obra, e depois de 1847, a imigração portuguesa não foi considerada como uma solução possível para a situação difícil dos agricultores.

As contratações cessaram em 1847, mas os madeirenses continuaram a emigrar para a Trinidad até ao nosso século, sobretudo para se juntarem a outros portugueses, familiares ou negociantes, já estabelecidos na ilha. Embora essa imigração fosse esporádica e em pequena escala, o consulado honorário de Portugal em Port-of-Spain conseguiu conservar alguns registos de emigração, com pormenores relativos à proveniência e filiação dos imigrantes.

"Poteegee shop / Loja de portugueses, de Alfred Antonio Codallo " - Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 131.
“Poteegee shop / Loja de portugueses, de Alfred Antonio Codallo “Fonte: FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 131.

Estes emigrantes chegaram a Trinidad em estado de indigência. Depois de sentirem dificuldades em encontrar emprego, tendo alguns sido forçados a trabalhar sob contrato após a sua chegada, conseguiram empreender uma nova vida começando empresas de pequeno porte.

A primeira loja portuguesa (cujo proprietário se desconhece) abriu em 1846, o ano da chegada tanto dos emigrantes católicos como dos refugiados protestantes. Em geral, parece que os protestantes abriram as melhores lojas, principalmente em Port-of-Spain e Arouca, especializadas em fazendas e artigos de drogaria e retrosaria, mas também em profissões como barbeiro, sapateiro, alfaiates, carpinteiros, trabalhando muitos outros como jardineiros e governantas. Muitos emigrantes encontraram empregos como gerentes das lojas nas plantações e nas cidades. Estes espalharam-se por toda a ilha e tornaram-se negociantes de vinhos e de runs e donos de mercearias contíguas às vendas de álcool. As sociedades e as empresas familiares não foram caso raro.

Farol da vizinha Tobago
Farol da vizinha Tobago

Numa tradição de boa vontade e com espírito comunitário, os primeiros portugueses católicos que se estabeleceram como negociantes contrataram, sem demora, os recém-chegados da Madeira no séc. XX. Nas lojas portuguesas os recém-chegados, que não podiam falar inglês e, portanto, não podiam obter trabalho noutro sítio, conseguiram emprego como empregados de balcão. No seu todo, a comunidade ganhou fama pela sua capacidade de iniciativa e pelos seus hábitos empreendedores.

Antes da última década do séc. XIX, a comunidade presbiteriana de Trinidad e a comunidade católica na ilha acabariam por se unir, em virtude das ligações ancestrais fortes ao nível da língua e da cultura. Os católicos excederam em número os presbiterianos, os quais foram absorvidos pela comunidade católica, da qual faziam parte não só portugueses como também colonos franceses, espanhóis, irlandeses e ingleses.

"Manuel Fernandes, fundador do rum Fernandes (no meio,de branco) " - Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 138.
“Manuel Fernandes, fundador do rum Fernandes (no meio, de branco) ” – Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 138.

Depois do «êxodo de 1846» (das primeiras duas vagas), os madeirenses católicos foram chegando aos poucos até meados do séc. XX. Nos finais do séc. XIX, a comunidade portuguesa no seu todo contaria com aproximadamente 2000 pessoas. Os madeirenses continuaram a emigrar voluntariamente para Trinidad em busca de melhores condições de vida. Famílias inteiras madeirenses emigraram para se reunirem com os familiares que já se haviam instalado em Trinidad.

Os descendentes dos portugueses assimilaram-se completamente. Os seus antepassados devem ter sido um espetáculo curioso ao desembarcarem em Port-of-Spain, com alguns dos homens usando os seus barretes de vilão e botas típicas da Madeira. Tornaram-se famosos como lojistas de rum, retalhistas e merceeiros, negócios que viriam a transformar em empresas comerciais de grande escala.

"Empresa de Rum Fernandes e Cª" - Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 138.
“Empresa de Rum Fernandes e Cª” – Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 138.

Ficaram também conhecidos pela sua preferência pelo bacalhau, os caldos e as sopas, o azeite e, sobretudo, pela carne vinha-d`alhos, o prato de Natal que se tornou no símbolo duradouro da cultura madeirense em Trinidad. O seu amor pela música e pela dança é tanto português quanto próprio da Trinidad. Os dois clubes portugueses em Port-of-Spain são a testemunha duma comunidade outrora viva e unida.

Em 1904, alguns portugueses de Trinidad, com o objetivo de unir a comunidade madeirense, e aumentar o seu prestígio na colónia inglesa, levaram a cabo algumas reuniões, com o desígnio de criar um Clube Português naquele território. O espírito associativo, que sempre caracterizou e uniu os emigrantes portugueses, aparecia naquela comunidade. À volta de um objetivo comum, numa concentração de esforços, a comunidade madeirense organizava-se naquele território.

Assim, em 1905, no pequeno grupo de trabalhadores madeirenses, destacou-se o senhor José Hedwiges Macedo, que tomou a iniciativa de convidar alguns amigos para uma reunião em sua casa, para formar um Clube Dramático. A primeira reunião teve lugar a 16 de Julho de 1906, na residência do senhor Macedo, na duque Street, n.º 77, em Port-of-Spain.

Jantar de Beneficência na Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro
“Jantar de Beneficência na Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro” – Fonte: FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 137.
Direção da Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro (1926)." - Fonte : REIS, Charles -Brief History of the Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro, Port-of-Spain, Franklin´s Electric Printery, 1926, pág. 7
“Direção da Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro (1926).”
– Fonte : REIS, Charles -Brief History of the Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro, Port-of-Spain, Franklin´s Electric Printery, 1926, pág. 7

Explicado o objectivo da reunião pelo anfitrião Macedo, decidiram produzir um conjunto de peças, para angariar fundos para auxiliar os madeirenses mais pobres da comunidade, realçando-se o valor moral do movimento que surgia naquela reunião. Formava-se assim o Grupo Dramático Português 1.º de Dezembro. E logo se acordou fixar a estreia de uma peça musical para o dia 27 de setembro de 1905, primeira apresentação ao público português de Trinidad. No que diz respeito à designação da coletividade, em 10 de maio de 1909, o Grupo registava-se na Friendly Societies Ordinance, com o nome de Portuguese Dramatic Association 1st of December, tradução inglesa de Grupo Dramático 1.º de Dezembro. Apareceria, mais tarde, a 18 de novembro de 1910, com um nome português, nomeando-se como Associação Portugueza Primeiro de Dezembro, designação que manteve até a atualidade.

 "Récita na Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro" - Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 137.
“Récita na Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro”- Fonte: FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 137.
"Dia da Bandeira Portuguesa na Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro" - Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 137.
“Dia da Bandeira Portuguesa na Associação Portuguesa Primeiro de Dezembro” – Fonte : FERNANDES, Ferreira, Madeirenses Errantes, Lisboa, Oficina do Livro, 2004, página 137.

À exceção de muitos apelidos portugueses, que continuam a enfeitar as lojas e empresas, ou que polvilham as páginas dos livros de história da Trinidad, e que os descendentes sentem orgulho em referir e descobrir, não restam muitas mais lembranças culturais da comunidade em Trinidad. Apelidos como Camacho, Coelho, Correia, Fernandes, Ferreira, Pereira, Reis, Ribeiro e Sá Gomes figuram entre os mais notáveis no sector dos negócios, tanto no passado como hoje.

Estátua de Cristovão Colombo
Estátua de Cristovão Colombo

São símbolos de uma ascensão surpreendentemente rápida. A sua eminência é indubitavelmente o resultado duma combinação eficaz de ambição, diligência e perseverança. Um elo com o passado, um tributo aos antepassados que fizeram um séc. XIX de presença madeirense na Ilha de Trinidad, e uma homenagem aos descendentes que continuaram a caminhada no séc. XX.

Frederick Street
Frederick Street
Frederick Street
Frederick Street

Bibiliog. impressa: Correio da Madeira; Defensor (O); Diário de Notícias; Direito (O); Direito do; Funchal (O); Funchalense (O); Flor do Oceano (A); Jornal (O); Jornal da Madeira; Justiça (A); Heraldo da Madeira; Imparcial (O); Lucta (A); Madeira (A); Progressista (O); Voz Pública (A); manuscrita: Arquivo Regional da Madeira, Administração do Concelho do Funchal, n.os 6, 129, 130, 131, 132, 303, 304, 311, 315, e 351; Alfândega do Funchal, livros 285, 286, 707 (antigo 37); Câmara Municipal do Porto Santo, Registo de Editais, liv. 1, n.º 27; Governo Civil, n.os 122, 141, 248, 249, 464, 621, 643, 644, 645, 654, 657, 748, 981 e 1077,  Inventário dos Passaportes do Governo Civil, n.os 109 e 749; Registos Notariais, livros n.os 3208 e 3224.

Jo-Anne Ferreira

Vítor Paulo Teixeira

(atualizado a 19.08.2016)