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cooperação entre madeira, lisboa e paris oficializada no salão nobre do governo

[caption id="attachment_8687" align="alignleft" width="300"] Foto: Joana Sousa / ASPRESS[/caption] No passado sábado, 14 de Maio, celebrou-se a assinatura do protocolo que se dispõe criar o Instituto de Altos Estudos para a Globalização, Arte e Tecnologia, uma iniciativa realizada entre Apca Madeira– Agência de Promoção da Cultura Atlântica; ARDITI – Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação, Universidade Aberta/Cátedra Infante Dom Henrique e a Universidade de Paris 2 – Panthéon-Assas/Sorbonne Universités. O evento que ocorreu no Salão Nobre do Governo Regional da Madeira, teve início com a intervenção dos vários membros dos organismos signatários do protocolo celebrado onde se contaram as presenças do Reitor da Universidade de Paris 2 e do Magnífico Reitor da Universidade Aberta, Prof. Dr. Paulo Dias numa cerimónia presidida pelo Presidente do Governo Regional da RAM, Dr. Miguel Albuquerque com a presença de mais dois membros do Governo Regional, Dr. Sérgio Marques, Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus e Dr. Jorge Carvalho, responsável da Educação na Região, e ainda com a vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Drª Fernanda Cardoso, em representação deste órgão de soberania. Após a assinatura do protocolo foi a vez do pelo Prof. Dr. Fabrice D’Almeida dar início à conferência “Terrorisme, propagande et mondialisation”. Historiador francês, especialista da temática da propaganda e manipulação social pela imagem, Fabrice d’Almeira é um antigo membro da Escola Francesa de Roma, Professor na Universidade de Paris II Panthéon Assas, e no L’Institut Français de Presse. É também director do “Médias et Mondialisation” do IFP. O seu trabalho incide nas temáticas da cultura e iconografia política. É ainda co-fundador do grupo de estudo sobre imagens estáticas e dirigiu de 2006 a 2008 o Instituto de História Contemporânea. A APCA e a ARDITI agradecem a todos os que compareceram na assinatura do protocolo e conferência, um acontecimento deveras importante para o desenvolvimento do sistema educativo, científico e cultural regional, estendendo horizontes e novas oportunidades para a Região Autónoma da Madeira. https://www.youtube.com/watch?v=R1nPpVyZ0_U 16.05.2016

porto da cruz - passeio pela freguesia

Ao percorrer os casais circunvizinhos da vila do Porto da Cruz fazemo-nos acompanhar pelo verde dos campos, pelas atividades relacionadas com a agricultura e pelo imaculado branco dos solares e das capelas. Na Referta, o Solar erigido por Manuel Telo Moniz de Menezes e no Lombo dos Leais, o que foi propriedade de Alfredo Vasconcelos de Freitas Branco, Visconde do Porto da Cruz e incontornável personagem madeirense, como o Borracheiro, monumentalizado por Jacinto Basílio, um artista e um género de novo artesão, por onde também passamos. Ainda na Cruz da Guarda, recebe-nos na sua pequena oficina o Srº José de Freitas Vieira rodeado de colheres de pau, rapadores de porcos e pelos mexelhotes (“caralhinhos”) com que se faz a poncha. A caminho da imponente Penha d’Águia, onde cruzamo-nos com a lenda de D. Sebastião, paramos no Aqueduto do Serrado e já na Terra Baptista, vamos conhecer a Levada do Castelejo, mote para descobrir a grandiosidade dos canais de rega da ilha.   [map style="width: auto; height:400px; margin:20px 0px 20px 0px; border: 1px solid black;" maptype="OSM" gpx="http://aprenderamadeira.net/wp-content/uploads/PortoDaCruzPasseioPelaFreguesia.gpx" elevation="no" download="no"]   Descarregue aqui esta rota!   [caption id="attachment_15688" align="alignleft" width="300"] Solar da Referta[/caption] Solar da Referta Erigido em 1770 por Manuel Telo Moniz de Menezes, membro pertencente a uma das famílias aristocráticas do Porto da Cruz, oferece soberba panorâmica sobre a vila. Destaque para a capela contígua, inicialmente dedicada a S. Brás, depois a Nº Sr.ª de Belém, e actualmente a Nª Sr.ª do Socorro. . . . [caption id="attachment_15692" align="alignleft" width="300"] Aqueduto[/caption] Aqueduto Das serranias recolhia-se a água necessária aos campos de cultivo e à subsistência. O seu transporte até aos agregados populacionais era realizado através de levadas, mandadas construir por privados, portugueses e ingleses, e pelo sector público. Esta marca na paisagem, com os seus canais em territórios abertos, os túneis e os aquedutos, deixou-nos aqui um exemplo neste belo aqueduto em que o emprego de cantaria vermelha lhe confere nobreza e dignidade. . . [caption id="attachment_15696" align="alignleft" width="300"] Levada do Castelejo[/caption] Levada do Castelejo Com origem no Ribeiro Frio e com passagem pelo sítio da Terra Baptista (onde se deve iniciar o seu percurso). Atravessando serras e vales, é um exemplo das estruturas construídas pelo Homem na ilha para suprir a escassez de água nas zonas habitadas. O seu percurso proporciona vistas soberbas sobre o território humanizado, como os campos cultivados com o famoso vinho “americano”, e a paisagem natural, onde se pode observar as espécies de flora indígena. A entrada faz-se pelo Caminho da Terra Baptista, seguindo depois pelo Caminho do Moinho. . . [caption id="attachment_15700" align="alignleft" width="300"] Penha d'Águia[/caption] Penha d'Aguia (percurso pedestre) Com início no Sítio da Cruz (Caminho da Cruz), este percurso pedestre (duração aproximada de 2 horas), que requer alguma atenção em termos de segurança, leva-nos ao cimo da Penha d’ Águia, de onde dos seus 590 m nos deliciamos com a vista sobre o Porto da Cruz e povoações vizinhas. Sobre a Penha d’ Águia reza a lenda que a espada de D. Sebastião, aqui cravada por um “génio”, aguarda por um homem forte para se desprender da terra. . . [caption id="attachment_15703" align="alignleft" width="300"] Solar do Lombo dos Leais[/caption] Solar do Lombo dos Leais Este edifício senhorial, construído no início do século XVII, é constituído por um corpo principal de dois pisos e uma construção anexa, actualmente em ruínas. O edifício principal é construído em alvenaria de pedra rebocada e tem uma cobertura de quatro águas em telha de meia-cana com duplo beiral. A sua importância histórica é reforçada pelo facto de ter sido residência dos viscondes do Porto da Cruz. Um dos seus titulares, de seu nome Alfredo António de Castro Teles de Meneses de Vasconcelos de Bettencourt de Freitas Branco (1890 – 1962), foi uma importante figura do estudo etnográfico e das letras da Madeira. . . [caption id="attachment_15707" align="alignleft" width="200"] "O Borracheiro"[/caption] "O Borracheiro" Escultura de Jacinto Rodrigues alusiva ao Borracheiro, uma das principais figuras da etnografia do Porto da Cruz. Através de veredas e levadas, transportavam o vinho produzido na freguesia até à costa Sul, numa distância de 20 Km. O néctar era acondicionado em sacos de 70 litros feitos de pele de Cabra, conhecido como Borrachos, do qual deriva o nome que se deu ao transportador. Estes utilizavam o Búzio, com o qual produziam os sons com que se faziam anunciar. . . . . . [caption id="attachment_15710" align="alignleft" width="300"] Peças de Jacinto Rodrigues[/caption] Artesão Jacinto Rodrigues Jacinto Rodrigues é o exemplo da possibilidade de reinvenção da tradição e adequação à contemporaneidade. Para além de esculturas, as quais se encontram presentes um pouco por todos os concelhos da Madeira, Jacinto Rodrigues constrói diversas peças em Madeira, motivos decorativos e mobiliário. Neste espaço pode vê-lo trabalhar e pode inteirar-se das peças produzidas. Por outro lado, pode verificar a conjugação efectiva entre duas práticas do trabalho manual, e que caracterizam o meio rural: o trabalho artesanal e a agricultura, ambas praticadas por Jacinto. Segundo ele, a agricultura proporciona-lhe momentos de descontracção intelectual. . [caption id="attachment_15713" align="alignleft" width="300"] Artesão José de Freitas Vieira[/caption] Artesão José de Freitas Vieira Artesão há mais de 20 anos, José de Freitas Vieira é uma das figuras mais conhecidas na ilha no que concerne aos trabalhos realizados em madeira. Na sua pequena loja é possível observá-lo a trabalhar, enquanto bebericamos um vinho americano ou uma aguardente de cana produzidos pelo próprio, e podemos constatar as peças produzidas, como o tão conhecido mexelhote (peça em Madeira utilizada para misturar os ingredientes com que se faz a “Poncha”), colheres de pau, arcos de rapar porcos, cabos de enxada, artefactos de decoração ou “o jogador” (utensílio utilizado para dar o primeiro golpe na matança das vacas. Cada peça é acompanhada por uma história.     Textos © César Rodrigues Fotos © Rui A. Camacho

josé eduardo franco eleito membro da academia portuguesa da história

O coordenador científico do projeto Aprender Madeira foi recentemente eleito membro da Academia Portuguesa da História. O historiador madeirense José Eduardo Franco foi eleito académico da Academia Portuguesa da História, tendo tomado posse com a imposição do colar de académico desta histórica academia no passado dia 6 de janeiro de 2016. A Academia Portuguesa da História é uma instituição científica de utilidade pública fundada em 1938 e “descende” da mais antiga Academia Nacional - a Academia Real da História Portuguesa, fundada por D. João V em 1720. Reunindo especialistas que se dedicam à reconstituição documental e crítica do passado, materializada na organização de eventos e publicações, nomeadamente de fontes e obras que, com o necessário rigor científico, facilitem a todos os portugueses o conhecimento da sua História, esta entidade assume-se como a “guardiã da História d e Portugal”, objetivando igualmente a respetiva cultura e conhecimento, como garante de identidade nacional. É igualmente o órgão consultivo do Governo na matéria da sua competência. A presente eleição é o reconhecimento dado a um madeirense pelo trabalho desenvolvido ao serviço da historiografia portuguesa, na linha de outros que mereceram esta distinção como foi o caso do responsável pelo Elucidário Madeirense, Fernando Augusto da Silva. Nascido em Machico, José Eduardo Franco, coordenador científico do projeto Aprender Madeira, que está a conceber e que editará o Novo Dicionário Enciclopédico da História e Cultura da Madeira (aprendermadeira.net), é Professor-Doutor com equiparação a Professor Catedrático da Universidade Aberta, Diretor da Cátedra Convidada FCT/Infante Dom Henrique para os Estudos Insulares e a Globalização (FCT/Universidade Aberta/CLEPUL/APCA) Da vasta obra destaca-se: “História da Cultura na Época Moderna”, Lisboa, CLEPUL, 2015, “Padre António Vieira e le Donne”. - “Il mito barocco dell’universo femminile”, escrito em coautoria com Isabel Morán Cabanas, “Lanuvio, Aracne Editrice”, 2013, “O Mito dos Jesuítas em Portugal e no Brasil, Séculos XVI-XX”, 2 Vols., Lisboa, Gradiva, 2006-2007 e “O Mito de Portugal”, Lisboa, FMMVAD/Roma Editora, 2000. A juntar à lista mencionada, destaque para a obra ontem apresentada em Lisboa que compila toda a História do Banco Montepio Geral intitulada “Sob o Signo do Pelicano – História do Montepio Geral (1840 – 2015)”. A investigação - traduzida numa obra com mais de 600 páginas - revela histórias, factos e personagens da Associação Mutualista Montepio, instituição que assume, ao longo de quase dois séculos, um papel incontornável na história social e financeira do nosso País. O livro, que constitui um indiscutível contributo para a preservação da memória da Instituição, contou com a apresentação de Guilherme Oliveira Martins.              

edições aprender madeira no salão nobre da cidade

Será apresentada na próxima segunda-feira, 19 de Outubro às 17 horas no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal mais uma edição no âmbito do projeto Aprender Madeira – Edição do Novo Dicionário de História da Madeira, promovido pela Agência de Promoção da Cultura Atlântica. “A Igreja Católica e o Nacionalismo do Estado Novo” do historiador madeirense Gabriel de Jesus Pita contará com a apresentação de outro madeirense também historiador recentemente galardoado com a Medalha de Mérito Cultural e coordenador científico do projeto Aprender Madeira, o Professor Doutor José Eduardo Franco. A obra ora publicada é, no esssencial, a dissertação de mestrado em História Contemporânea defendida pelo autor em 1995, e pretende ser um contributo para a compreensão daquela que foi a relação da Igreja Católica Portuguesa perante a instituição do Estado Novo em Portugal, tomando como objeto de estudo “a controversa questão do relacionamento da Igreja Católica com os nacionalismos europeus, entre as duas guerras mundiais, e de modo especial, o do Estado Novo em Portugal (…) nas décadas de 30 e 40” do século XX. Resultante de um estudo aprofundado sobre a temática, a obra revela uma abordagem inovadora tendo o seu foco na questão nacionalista da ideologia salazarista e o confronto interno que a Igreja teve de resolver face às recentes deliberações do Vaticano que condenavam os regimes fascistas e comunistas. Gabriel de Jesus Pita nasceu na freguesia dos Canhas, concelho da Ponta do Sol. Foi funcionário público e bancário antes de completar a licenciatura em História pela Universidade de Lisboa em 1980 e de na mesma instituição haver concluído o mestrado em História Contemporânea em 1995. Dedica-se à investigação na área da História Contemporânea tendo sido professor do ensino secundário de 1978 a 2011. Participou em diversas publicações entre as quais as revistas Atlântico e Islenha e o Diário de Notícias do Funchal. Publicou História da Madeira com a coordenação de Alberto Vieira e a colaboração de Emanuel Janes (2001); A freguesia dos Canhas, um contributo para a sua História (2003); Padre João Vieira Caetano, Notas Históricas e outras estórias da Ponta do Sol (2007) e A Freguesia dos Canhas, um olhar da História (2011). Colabora atualmente como autor de várias entradas para o Dicionário Enciclopédico da Madeira, coordenado por José Eduardo Franco. [caption id="attachment_5900" align="alignright" width="287"] Gabriel de Jesus Pita[/caption]                          

cátedra infante d. henrique apresentada nos açores

Depois das cidades do Funchal e Lisboa, eis que a recém-constituída Cátedra Infante D. Henrique será agora apresentada em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira no próximo dia 20 de novembro às 21:00h no Salão Nobre da Câmara Municipal da mesma cidade. A Cátedra Infante D. Henrique para os Estudos Atlânticos e a Globalização é uma cátedra FCT acolhida pela Universidade Aberta através do CLEPUL  (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e com a participação da Agência de Promoção da Cultura Atlântica e do Instituto Açoriano de Cultura. Neste âmbito, será anunciado o primeiro evento integrado nesta Cátedra - O Congresso do Espírito Santo a decorrer já em janeiro de 2016, contando com a presença do Pró-Reitor da Universidade Aberta, o Prof. Dr. Relvão Caetano, o Prof. Dr. José Eduardo Franco, Diretor do CLEPUL e os responsáveis pelas agências das Ilhas Atlânticas participantes, APCA e IAC, João Maurício Marques e Paulo Raimundo, respetivamente. Abaixo, assista à comunicação do Magnífico Reitor da Universidade Aberta, Prof Dr. Paulo Dias a quando da apresentação da CIDH na cidade do Funchal no passado dia 21 de julho. https://vimeo.com/134189474

apca assina protocolo de cooperação com arditi e universidade de paris

[caption id="attachment_8614" align="alignleft" width="300"] Prof. Dr. Fabrice D'Almeida. (Fonte: APHG Bureau de Picardie/Lycée J. de La Fontaine)[/caption] Será celebrado no próximo sábado, 14 de Maio, um protocolo de cooperação entre a APCA - Agência de Promoção da Cultura Atlântica, a ARDITI - Agência Regional para o Desenvolvimento, Tecnologia e Inovação e a Universidade de Paris 2, que visa a criação do Instituto de Altos Estudos para a Globalização, Arte e Tecnologia. A assinatura do protocolo tem encontro marcado no Salão Nobre do Governo Regional - Avenida Zarco pelas 11 horas, contando com a presença dos Sr. Secretários Regionais da Educação, Dr. Jorge Carvalho e do Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares, Dr. Sérgio Marques e os reitores das Universidades de Paris e da Universidade Aberta. O acordo revela planos de investigação e de desenvolvimento em grandes áreas como as indústrias criativas e culturais, a globalização de caráter social, a tecnologia e as artes e os sistemas de aprendizagem com particular destaque na diáspora. Como partes envolvidas e estritamente ligadas a este acordo temos: a APCA que promove o desenvolvimento cultural no espaço atlântico, insular e continental, atingindo o património de natureza material como imaterial e também a criação contemporânea. A ARDITI corresponde a uma associação de natureza privada e sem fins lucrativos que tem entre outros, o objetivo de reforçar a colaboração com a comunidade científica e empresarial; promover e apoiar atividades de investigação e desenvolvimento (I&D), nomeadamente através de financiamento a projetos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico; desenvolver e apoiar ações de formação de recursos humanos; prestar serviços e apoio técnico a pessoas singulares e coletivas, incluindo organismos de administração central, local e regional fazendo da investigação e inovação uma prioridade para a região, apoiando a geração de emprego e crescimento assentes no saber. A Universidade de Paris 2 é considerada uma grande universidade por se basear em dois grandes propósitos: o ensino e a pesquisa. Possui uma larga e profunda experiência no campo da investigação científica e que por cada ano transacto apresenta um número considerável de artigos e livros como também teses de alta qualidade. Dispõe-se a intensificar a colaboração com os seus parceiros e assim, ambos favorecerem dos benefícios bilaterais, podendo aumentar o intercâmbio científico internacional. Depois da assinatura do protocolo haverá uma palestra intitulada “Terrorisme, propagande et mondialisation” que será proferida pelo professor Fabrice d’Almeida. Historiador francês, especialista da temática da propaganda e manipulação social pela imagem, Fabrice d’Almeira é um antigo membro da Escola Francesa de Roma, Professor na Universidade de Paris II Panthéon Assas, e no L’Institut Français de Presse. É também diretor do “Médias et Mondialisation” do IFP. O seu trabalho incide nas temáticas da cultura e iconografia política. É ainda co-fundador do grupo de estudo sobre imagens estáticas e dirigiu de 2006 a 2008 o Instituto de História Contemporânea. A APCA e a ARDITI agradecem a vossa presença nesta conferência deveras importante para o desenvolvimento cultural, estendendo horizontes e novas oportunidades para a Região Autónoma da Madeira.